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Pesquisa revela empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em Minas Gerais

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão empatados tecnicamente na disputa presidencial em Minas Gerais, conforme levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado na tarde de terça-feira, 10 de março de 2026.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de março, ouvindo 1.350 pessoas em 52 municípios. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 2,7 pontos percentuais.

No primeiro turno, Lula aparece com 36,7% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 32,1%. Considerando a margem de erro, ambos estão em patamares semelhantes. Os dados são os seguintes: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 36,7%; Flávio Bolsonaro (PL) — 32,1%; Romeu Zema (Novo) — 14,4%; Ratinho Júnior (PSD) – 3,6%; Renan Santos (Missão) — 0,7%; Aldo Rebelo (DC) — 0,4%; Não sabe ou não opinou — 4,6%; Nenhum, branco ou nulo — 7,6%.

No cenário do segundo turno, Lula mantém uma ligeira vantagem com 45,1% das intenções de voto contra 42,7% de Flávio Bolsonaro, mas o empate técnico se mantém. Os dados são: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 45,1%; Flávio Bolsonaro (PL) — 42,7%; Não sabe ou não opinou — 4,4%; Nenhum, branco ou nulo — 7,8%.

Com palanques estaduais ainda indefinidos, Lula e Flávio buscam conquistar vantagens em Minas Gerais, um estado considerado crucial para a eleição presidencial. Historicamente, o candidato mais votado em Minas tende a vencer a eleição nacional.

Entre os candidatos ao governo do estado, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) é o principal nome, embora ainda não tenha confirmado sua candidatura. Ele pode apoiar Flávio Bolsonaro ao lado do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o que pode dificultar a performance de Lula no estado.

A pesquisa também avaliou a percepção dos mineiros sobre o governo Lula. Dos entrevistados, 32,5% consideram o governo ótimo ou bom, 19,9% o avaliam como regular e 45,5% o consideram ruim ou péssimo. Em termos de aprovação, 43,4% aprovam o governo federal, enquanto 52,4% desaprovam e 4,1% não souberam ou não opinaram.

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