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Leitura: Servidora é afastada após denúncia de desvio de 200 armas em Minas Gerais
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Justiça

Servidora é afastada após denúncia de desvio de 200 armas em Minas Gerais

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 16:30
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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A servidora Vanessa de Lima Figueiredo, investigada por desviar mais de 200 armas apreendidas, foi afastada de suas funções na Polícia Civil de Minas Gerais e não pode mais frequentar nenhuma unidade da corporação. A decisão foi publicada no Diário Oficial nesta terça-feira, 10 de março de 2026.

A Justiça já havia determinado, em fevereiro, que Vanessa utilizasse tornozeleira eletrônica, após a descoberta de que ela comprou uma passagem para os Estados Unidos com embarque marcado para quatro dias antes de uma audiência do processo. Segundo a Justiça, a viagem indicava risco de fuga. Além do monitoramento eletrônico, a decisão proibiu que ela deixasse o país e determinou a retenção do passaporte.

O Ministério Público de Minas Gerais informou que a compra da passagem motivou o pedido de medidas cautelares. A defesa de Vanessa alegou que a viagem foi cancelada. A servidora passou por audiência de custódia nesta terça-feira, 11 de março.

Vanessa foi presa em novembro de 2025, suspeita de envolvimento no desvio de armas de fogo armazenadas na 1ª Delegacia do Barreiro, em Belo Horizonte. O sumiço de cerca de 220 armas foi descoberto após um suspeito ser flagrado portando um armamento já apreendido. Parte das armas teria sido vendida para organizações criminosas, como o Terceiro Comando Puro (TCP). Com o dinheiro, Vanessa teria adquirido dois carros de alto padrão e realizado procedimentos estéticos.

A investigação sobre o desvio de armas da PCMG foi dividida para aprofundar as apurações e verificar a possível participação de pessoas fora do serviço público. Um laudo pericial anexado ao processo calcula um prejuízo de mais de R$ 1,7 milhão aos cofres públicos. O documento também registra que parte das armas desviadas foi recuperada em diferentes regiões do estado, ligadas a crimes como tráfico de drogas, porte ilegal de arma e lesão corporal.

O inquérito aponta três investigados que não são servidores, suspeitos de ajudar na circulação e no destino das armas desviadas. Eles foram intimados a depor entre 17 e 19 de março.

TAGGED:1ª Delegacia do BarreiroBelo HorizonteCorrupçãodesvio de armasJustiçaMinas GeraisMinistério Público de Minas GeraisPolícia CivilTerceiro Comando Puro (TCP)Vanessa de Lima Figueiredo
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