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Saúde

Anvisa aprova medicamento para tratamento de epilepsia farmacorresistente

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 17:44
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
Anvisa aprova medicamento para tratamento de epilepsia farmacorresistente
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o medicamento Xcopri (cenobamato) para o tratamento de crises focais em adultos com epilepsia farmacorresistente. A aprovação ocorreu no dia 10 de março de 2026.

Essa condição afeta cerca de 30% das pessoas com epilepsia, que continuam a ter crises mesmo após tentativas de tratamento com pelo menos dois medicamentos diferentes. O cenobamato atua reduzindo a atividade elétrica anormal no cérebro, diminuindo a frequência das crises.

Nos estudos clínicos, 40% dos pacientes que tomaram 100 miligramas (mg) por dia apresentaram uma redução de pelo menos 50% na frequência das crises. Entre aqueles que receberam 400 mg por dia, 64% também tiveram a mesma melhora. Em comparação, no grupo que tomou placebo, a melhora foi de 26%.

Apesar do registro aprovado, o Xcopri só poderá ser comercializado após a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). A inclusão do medicamento no Sistema Único de Saúde (SUS) dependerá da avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e da decisão do Ministério da Saúde.

A epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, não causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. As crises podem ser parciais, quando restritas a uma parte do cérebro, ou generalizadas, quando envolvem ambos os hemisférios. O diagnóstico é feito por meio de exame físico e histórico clínico.

A aprovação do medicamento ocorre durante o Março Roxo, mês de conscientização sobre a epilepsia, que inclui o Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia, celebrado em 26 de março. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 65 milhões de pessoas no mundo convivem com a condição, sendo mais de 2 milhões no Brasil.

A neurologista Juliana Passos, membro da diretoria da Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), afirmou que o medicamento representa um avanço importante para pacientes com epilepsia de difícil controle. Ela destacou que os resultados do cenobamato superam os alcançados por outros medicamentos anti-crises disponíveis.

TAGGED:Agência Nacional de Vigilância SanitáriaAnvisaEpilepsiaJuliana PassosLiga Brasileira de Epilepsiamedicamentos
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