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Governo Trump considera flexibilizar sanções ao petróleo russo

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

O governo de Donald Trump discutiu a possibilidade de flexibilizar as sanções ao petróleo russo em 10 de março de 2026. A medida é parte de um esforço para combater a alta dos preços da energia, que foi impulsionada pela guerra no Oriente Médio.

A possível ação visa reforçar a oferta global de petróleo e neutralizar a paralisação dos embarques pelo Estreito de Ormuz, que elevou os preços acentuadamente na última semana. O presidente Donald Trump mencionou na coletiva de imprensa do dia 9 que “há sanções contra alguns países” e que “vão suspender essas sanções até que a situação se resolva”.

Na semana passada, o Departamento do Tesouro dos EUA concedeu à Índia permissão temporária para comprar petróleo russo já em alto-mar sem penalização. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que essa decisão não traria “benefício financeiro significativo” ao Kremlin, pois o petróleo já estava armazenado em um navio-tanque.

Autoridades do governo Trump discutiram um novo alívio das sanções, mas fontes indicaram que ainda não há uma decisão final sobre a extensão e o alcance da medida. A Casa Branca não respondeu a pedidos de comentário.

As sanções foram impostas inicialmente como resposta à Rússia pela guerra na Ucrânia. Durante uma reunião de ministros das Finanças do G7 no dia 9, autoridades europeias pressionaram os EUA a não adotarem medidas que permitissem à Rússia obter lucros significativos. Valdis Dombrovskis, comissário para a Economia da União Europeia, declarou: “É importante que não aliviemos a pressão sobre a Rússia agora e não a ajudemos a encher os cofres de guerra aproveitando-se da situação atual de preços elevados do petróleo e do gás”.

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