Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Sofrimento masculino não justifica misoginia, afirma representante da ONU Mulheres
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Segurança

Sofrimento masculino não justifica misoginia, afirma representante da ONU Mulheres

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 22:26
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O sofrimento masculino é um dos fatores que impulsionam a ‘machosfera’, mas não pode ser usado como justificativa para a misoginia. Essa é a posição de Gallianne Palayret, representante da ONU Mulheres no Brasil.

Palayret afirma que a rede promete uma cura, mas resulta em isolamento, rigidez e hostilidade. A ‘machosfera’ é composta por grupos e páginas que discutem masculinidade, frequentemente com viés misógino e violento.

Recentemente, a trend ‘caso ela diga não’, que incita violência contra mulheres, gerou mobilização e está sob investigação da Polícia Federal.

Em entrevista, Palayret defendeu a criação de espaços onde meninos possam compartilhar suas inseguranças sem serem alvos de discursos de ódio. Ela destacou que iniciativas que oferecem suporte real, como redes de pertencimento e educação emocional, são mais eficazes.

““Quando a gente melhora a vida dos meninos e dos homens, também melhora a segurança e a liberdade das mulheres, é um ganho coletivo”, disse Palayret.”

Palayret, que é advogada e assumiu a ONU Mulheres no Brasil em janeiro de 2026, ressaltou a necessidade de cooperação entre governo, empresas e sociedade civil para combater conteúdos violentos contra mulheres nas redes sociais.

Ela mencionou a dificuldade em regular perfis que promovem esse tipo de conteúdo, citando a facilidade de criação de novas páginas e os interesses financeiros das grandes plataformas. “Este tipo de conteúdo mais violento, extremo, elas sabem que atrai muitas pessoas, e muitos jovens, desafortunadamente”, afirmou.

Entre as medidas sugeridas para reduzir a misoginia no ambiente digital estão o fortalecimento de marcos contra a violência digital, a cobrança por transparência das plataformas e a educação digital para jovens.

Palayret também está discutindo com o governo a adaptação da Lei Modelo Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Digital de Gênero contra as Mulheres, lançada em dezembro de 2025 pela Organização dos Estados Americanos (OEA).

O Brasil registrou um recorde de feminicídios em 2025, com 1.470 mulheres mortas por esse tipo de crime, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

TAGGED:apoio emocionalCampinasFeminicídioGallianne PalayretmachosferaMinistério da Justiça e Segurança PúblicamisoginiaONU MulheresOrganização dos Estados AmericanosPolícia Federalviolência digital
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Cinco militares morrem em queda de avião na Índia
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?