Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cerca de 150 mil tartarugas-da-Amazônia nascem em área de proteção em Roraima
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

Cerca de 150 mil tartarugas-da-Amazônia nascem em área de proteção em Roraima

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 05:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

Cerca de 150 mil tartarugas-da-Amazônia estão nascendo nas praias do Baixo Rio Branco, em Roraima, até o final de março. O número é considerado um recorde para o estado e os ovos são monitorados pelo Projeto Quelônios da Amazônia (PQA), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os filhotes foram catalogados em mais de 800 ninhos, conhecidos como “tabuleiros” pelos pesquisadores. O PQA, criado há 35 anos, visa proteger as espécies de quelônios em risco de extinção na Amazônia brasileira. A tartaruga-da-Amazônia, que pode atingir 1 metro de comprimento e pesar até 65 kg, é o maior quelônio que vive fora da água salgada e pode viver até 100 anos.

O projeto atua em uma região com 16 comunidades ribeirinhas, onde o acesso é feito por horas navegando pelo rio. A iniciativa combate predadores e o tráfico de tartarugas, uma das principais ameaças à espécie. Os ovos são colocados nos ninhos e se desenvolvem sem a presença das tartarugas. Cada fêmea coloca entre 90 a 150 ovos por ninho, e os filhotes, ao nascerem, seguem sozinhos para a água, tornando-se presas fáceis.

Na sexta-feira (6), o PQA soltou filhotes de tartaruga-da-Amazônia com a participação de alunos da escola municipal Oscar Batista Dos Santos, da comunidade ribeirinha de Sacaí. Para chegar ao local, foram necessárias 9 horas de barco saindo de Caracaraí. Rui Bastos, coordenador do PQA em Roraima, explicou que o manejo é essencial para aumentar a taxa de sobrevivência dos filhotes, que, sem intervenção, teriam apenas 30 a 40% de chance de chegar ao rio.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Os ovos monitorados foram colocados entre setembro e dezembro de 2025, principalmente na ilha Maú. O número total de filhotes ainda não foi fechado, pois continuam nascendo. O total de ovos é quase 100 mil a mais do que no ciclo 2023-2024, que registrou mais de 57 mil ovos, e supera o recorde anterior de 2024-2025, que foi de mais de 104 mil.

A tartaruga-da-Amazônia já esteve ameaçada de extinção devido à caça e ao tráfico ilegal. O analista ambiental do Ibama, Júlio Domingues, destacou que o projeto foi crucial para a recuperação da população da espécie. Embora ainda considerada vulnerável, a tartaruga não está mais na situação crítica do passado.

Além de seu valor cultural, a tartaruga-da-Amazônia desempenha um papel importante no ecossistema dos rios, alimentando-se de plantas aquáticas e ajudando na dinâmica ambiental. O projeto também promove educação ambiental, envolvendo crianças e adolescentes nas atividades de soltura dos filhotes.

O PQA, que já salvou cerca de 100 milhões de filhotes no Brasil, é uma iniciativa do Ibama em parceria com a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh). A região onde o projeto atua é uma área protegida, com proibição da pesca durante o período reprodutivo.

TAGGED:Baixo Rio BrancoCaracaraíconservaçãoFundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos HídricosInstituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais RenováveisJúlio DominguesMeio Ambienteprojeto ambientalRoraimaRui Bastostartaruga-da-amazônia
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior XP reconhece escritórios parceiros por trajetória e excelência no atendimento
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?