Um cabeleireiro foi assassinado com pedradas na cabeça próximo a um ponto de ônibus às margens da BR-101, em Novo Lino, Alagoas. A vítima, identificada como Edivaldo Gomes da Silva, de 49 anos, foi encontrada sem roupa e com lesões no rosto e na cabeça.
A informação foi divulgada pela Polícia Científica de Alagoas na terça-feira, 10 de março de 2026, após um exame pericial. O Instituto de Criminalística (IC) constatou que não havia iluminação pública na área onde ocorreu o crime. O exame do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a causa da morte foi um traumatismo cranioencefálico (TCE).
Segundo o perito José Cláudio, Edivaldo foi atacado com uma pedra de grande porte, que se quebrou em três pedaços devido à intensidade dos golpes. Apesar da brutalidade do crime, os pertences da vítima foram encontrados próximos ao corpo, descartando a possibilidade de latrocínio.
Os peritos apreenderam o celular de Edivaldo para análise e coletaram amostras de material genético da pedra utilizada no crime para exames de DNA. Além disso, a perícia identificou indícios de que o autor tentou ocultar o corpo, utilizando pedaços de plástico encontrados atrás do ponto de ônibus.
O corpo foi arrastado e passado por baixo de uma cerca de arame, com a intenção de ser lançado em uma ribanceira. No entanto, o plano não foi concluído, pois o corpo ficou preso na vegetação antes de atingir o fundo da ribanceira, conforme explicou o perito José Cláudio.


