Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Creomar de Souza analisa crise no STF e preocupações do governo Lula
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

Creomar de Souza analisa crise no STF e preocupações do governo Lula

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 22:12
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

O cientista político Creomar de Souza, CEO da consultoria Dharma Politics e professor da Fundação Dom Cabral, analisa a crise institucional enfrentada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e as preocupações do governo Lula em relação às eleições de 2026.

De Souza afirma que a Corte requer sinais claros de autocrítica e sugere que uma possível saída seria discutir mudanças internas, incluindo a permanência dos ministros. Ele destaca:

““Creio que o caminho para o STF seria, em algum sentido, dar sinalizações muito claras de que a Corte não tem problemas em cortar na própria carne, propondo algum tipo de reforma no que diz respeito à permanência dos ministros no próprio colegiado.””

O analista observa que a dificuldade de reação institucional está ligada à fragmentação interna entre os magistrados. Ele explica que a dinâmica do Supremo favorece um modelo em que cada ministro atua de forma autônoma:

““A gente pode identificar de maneira muito visível a divisão de uma Corte que se acostumou a cada um dos seus ministros, em algum sentido, ser o próprio STF, uma dificuldade de rumar na direção de um consenso.””

De Souza também ressalta que o presidente do tribunal tem um papel institucional, mas não possui autoridade hierárquica sobre os demais ministros:

““O presidente do STF não é chefe de nenhum dos outros ministros. Ele é uma figura que faz a representação institucional da Corte perante a sociedade e algumas questões que envolvem o plenário.””

Sobre o cenário político, o cientista político expressa preocupação em relação ao governo Lula e seus aliados diante da antecipação do debate eleitoral de 2026. Ele afirma:

““Eu creio que Lula, assim como seus principais apoiadores, tem motivo para preocupação.””

De Souza aponta que o governo enfrenta dificuldades estratégicas em seu processo decisório, mencionando que:

““Esse é um governo que, consistentemente, deu provas de que o seu processo decisório tem uma série de ‘curtos-circuitos’, fazendo com que decisões sejam tomadas de maneira equivocada em momentos equivocados.””

Ele cita episódios recentes que fortaleceram a narrativa da oposição, como a ida de Lula à Marquês de Sapucaí e o aumento do imposto de importação sobre mais de mil produtos. Após a repercussão negativa, o governo recuou parcialmente da decisão. De Souza comenta:

““O governo fez nesse início de ano a sua parte para facilitar a vida do principal candidato de oposição [em relação a Flávio Bolsonaro].””

Outro ponto sensível é o impacto político de temas relacionados à corrupção, como no caso do Banco Master. De Souza observa que o governo não conseguiu desenvolver uma estratégia eficaz para se distanciar das investigações:

““Esse me parece ser um elemento em que o governo não conseguiu até aqui encontrar nenhum tipo de estratégia ou instrumento retórico que, efetivamente, dê a oportunidade de dizer: ‘olha, nós não temos relação ou correlação direta com isso’.””

Apesar das dificuldades, o cientista político acredita que o cenário pode mudar dependendo da reação do governo:

““O dilema é saber se essa preocupação se transforma em desespero ou se ela é apenas um elemento que leva a uma correção de rumos na estratégia.””

TAGGED:Alexandre de MoraesCorrupçãoCreomar de SouzaDharma PoliticsDias ToffoliEleições 2026Flávio BolsonaroFundação Dom CabralLuiz Inácio Lula da SilvaMarquês de SapucaíPolíticaRio de JaneiroSTF
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Bonecos gigantes celebram Brasil na Copa do Mundo em Recife
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?