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Segurança

Ariane De Pontes Rolim, conhecida como ‘Pandora’, é presa no litoral de SP

Amanda Rocha
Última atualização: 12 de março de 2026 08:15
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Ariane De Pontes Rolim, conhecida como ‘Pandora’, foi presa no dia 10 de março de 2026, no bairro Guapura, em Itanhaém, litoral de São Paulo. Ela é apontada como a responsável pela ‘Disciplina’ do PCC (Primeiro Comando da Capital), função que envolve a imposição de castigos a pessoas que desrespeitam as normas da facção.

De acordo com a Polícia Civil, Ariane, que também atende pelo vulgo de ‘Penélope’, é uma das lideranças da facção na região do litoral Sul e do Vale do Ribeira. Durante a operação que resultou em sua detenção, os agentes encontraram um caderno de anotações sobre a movimentação do tráfico de drogas e um celular que continha informações sobre os castigos aplicados às vítimas.

O aparelho de ‘Pandora’ revelou grupos e mensagens que detalhavam a organização criminosa. Os registros incluíam uma espécie de ‘boletins de ocorrência’ elaborados pelos integrantes do PCC para ‘manter a ordem’ na Baixada Santista. As conversas mostravam registros de brigas entre casais do crime, fugas de policiais, invasões de casas e até ‘cobranças físicas’. Imagens coletadas pela polícia mostraram castigos impostos por ‘Pandora’, incluindo uma pessoa baleada.

Ariane possui diversas tatuagens que fazem referência ao PCC, incluindo o símbolo do ‘yin e yang’, que representa o que os membros da facção chamam de ‘lado bem e lado mal’. Outra tatuagem traz a frase: ‘Enquanto não houver justiça para os pobres, não haverá paz para os ricos’, um dos lemas do Primeiro Comando da Capital.

Após as investigações, foi expedido um mandado de busca e apreensão na residência de ‘Pandora’. Segundo o registro policial, ela não ofereceu resistência e foi levada à delegacia. No momento da prisão, Ariane apresentava um ferimento na região do rosto, próximo ao olho, que, segundo ela, teria ocorrido em uma briga com um familiar. Além disso, ‘Pandora’ afirmou estar grávida de três meses.

A mulher responderá pelos crimes de organização criminosa e associação ao tráfico de drogas. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que as investigações continuam para desmantelar o bando e identificar outros envolvidos.

TAGGED:Ariane de Pontes Rolimbairro GuapuraFacção criminosaItanhaémPCCPCC (Primeiro Comando da Capital)São Paulo
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