O número de mortos no Líbano desde o início dos ataques de Israel chegou a 687, incluindo 98 crianças, afirmou nesta quinta-feira (12) o ministro da Informação libanês, Paul Morcos.
Entre os mortos estão 15 médicos e socorristas, e outros 45 ficaram feridos. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre Israel e os Estados Unidos resultou na morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em Teerã.
Desde então, diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano também foram mortas. Os EUA alegam ter destruído dezenas de navios do Irã, além de sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares.
Em retaliação, o regime iraniano realizou ataques contra países da região, incluindo Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, afirmando que seus alvos são apenas interesses dos Estados Unidos e de Israel.
Mais de 1.200 civis morreram no Irã desde o início da guerra, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos. A Casa Branca registrou ao menos sete mortes de soldados americanos em relação direta aos ataques iranianos.
O Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã, atacou o território israelense em retaliação à morte de Ali Khamenei, levando Israel a realizar ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano. Centenas de pessoas morreram no Líbano desde então.
Após a morte de Ali Khamenei, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo: Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Especialistas afirmam que ele não fará mudanças estruturais e representa continuidade da repressão.
““Mojtaba seria inaceitável para a liderança do Irã”, disse Donald Trump, expressando descontentamento com a escolha.”


