A Universidade Central do Paraguai (UCP) em Pedro Juan Caballero e a Universidade Interamericana realizaram uma palestra sobre o tema “Saúde Mental da Mulher” no dia 12 de março de 2026, em comemoração ao Mês da Mulher.
A atividade, organizada pelas Ligas Universitárias de Neuropsiquiatria e de Ginecologia e Obstetrícia, ocorreu no auditório do Centro Tecnológico da instituição. O evento reuniu acadêmicos e docentes para um momento de reflexão e diálogo sobre questões fundamentais relacionadas ao bem-estar feminino.
A palestra foi conduzida pela assistente social Elisangela Echeverria, que abordou diversos aspectos da saúde mental feminina. Ela destacou a importância do acolhimento, do fortalecimento das redes de apoio e da conscientização sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade.
Durante sua apresentação, Echeverria discutiu o aumento dos casos de violência contra a mulher, suas diferentes formas de manifestação e as estratégias de enfrentamento e prevenção. Ela também apresentou os serviços e redes de apoio existentes para mulheres em situação de vulnerabilidade social e psicológica.
A assistente social enfatizou a necessidade de que essas informações cheguem à população. “Promover espaços de diálogo dentro do ambiente acadêmico é essencial para ampliar o conhecimento e estimular a construção de uma sociedade mais justa e consciente”, afirmou.
““Momentos como esse reforçam a importância da informação e da sua propagação, do cuidado e da construção de uma rede forte de apoio e proteção. Falar sobre saúde mental, respeito e segurança é um passo fundamental na transformação de realidades”, destacou.”
Echeverria também expressou gratidão à instituição pela oportunidade de dialogar com os universitários e pela abertura do espaço para discutir um tema tão relevante no mês de março, que é internacionalmente dedicado à valorização e à luta pelos direitos das mulheres.
A iniciativa reafirma o compromisso da universidade com a formação acadêmica e a responsabilidade social, incentivando o debate sobre temas sensíveis e fundamentais para a construção de uma sociedade mais igualitária e consciente.


