O número de casos de mpox em Minas Gerais subiu para 13 em 2026. A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) confirmou, nesta quinta-feira (12), um novo diagnóstico em Contagem, na Grande Belo Horizonte.
Belo Horizonte e a Região Metropolitana concentram a maior parte dos registros, com oito casos na capital, três em Contagem e um em Ribeirão das Neves. Um caso adicional foi registrado em Formiga, na Região Centro-Oeste do estado.
Os pacientes diagnosticados são homens com idades entre 25 e 56 anos. Todos os casos evoluíram para a cura.
A mpox é causada pelo vírus monkeypox e é transmitida por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e materiais contaminados. Os sintomas incluem lesões na pele, inchaço dos gânglios linfáticos, febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza.
A principal forma de prevenção é evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Pacientes contaminados devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissibilidade e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres.
Não existe tratamento específico para a mpox. Os pacientes recebem suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações, sendo que a maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada.
A vacina contra a mpox é disponibilizada para pessoas com maior risco de evolução para formas graves da doença. A imunização é indicada para pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão, profissionais de laboratório que atuam em nível de biossegurança 2 e pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções de indivíduos com suspeita ou confirmação da doença.


