Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Supernova superluminosa ajuda a desvendar mistério sobre brilho cósmico
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência

Supernova superluminosa ajuda a desvendar mistério sobre brilho cósmico

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de março de 2026 03:33
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Uma supernova superluminosa, detectada pela primeira vez em dezembro de 2024, está contribuindo para a compreensão do brilho extremo observado em algumas explosões estelares. Essa supernova, localizada em uma galáxia a cerca de um bilhão de anos-luz da Terra, foi estudada pelo Observatório Las Cumbres, na Califórnia, e pelo telescópio de levantamento ATLAS, no Chile.

As supernovas são explosões que marcam o fim da vida de estrelas massivas e podem ser até um bilhão de vezes mais brilhantes que o Sol. Algumas delas, conhecidas como supernovas superluminosas, são de 10 a 100 vezes mais luminosas que as supernovas comuns. O motivo de seu brilho intenso tem sido um mistério na astrofísica.

Os pesquisadores descobriram que a supernova em questão se tornou extremamente brilhante devido à formação de um magnetar, um remanescente estelar compacto e de rotação rápida, que possui um campo magnético extremamente poderoso. O magnetar amplificou a luminosidade ao capturar partículas carregadas enquanto girava centenas de vezes por segundo, lançando-as na nuvem de gás e poeira expelida pela estrela.

““Quando uma estrela massiva esgota seu combustível nuclear, ela não consegue mais resistir à força esmagadora da gravidade”, disse Joseph Farah, doutorando em astrofísica no Observatório Las Cumbres e na Universidade da Califórnia, Santa Bárbara, e principal autor da pesquisa publicada na quarta-feira na revista Nature.”

Farah explicou que, quando o núcleo da estrela é comprimido sob o peso da estrela acima dele, prótons e elétrons se fundem para formar nêutrons. Se a massa do núcleo for muito grande, ele pode colapsar, formando um buraco negro. No entanto, se as condições forem adequadas, a estrela de nêutrons pode sobreviver ao colapso do núcleo.

Essa descoberta sobre a supernova superluminosa e o magnetar que se formou a partir dela pode ajudar a esclarecer questões sobre a evolução das estrelas e os processos que levam a explosões tão brilhantes no cosmos.

TAGGED:AstronomiaCiênciaEstrelasFísicaGaláxiaJoseph FarahObservatório Las CumbressupernovaUniversidade da Califórnia, Santa BárbaraUniverso
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Americanas reduz prejuízo para R$ 329 milhões no primeiro trimestre de 2026
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?