Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Investigação sobre contratos de R$ 37 milhões na Prefeitura de Divinópolis avança
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

Investigação sobre contratos de R$ 37 milhões na Prefeitura de Divinópolis avança

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de março de 2026 04:01
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A Prefeitura de Divinópolis está sob investigação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) devido a suspeitas de fraude em contratos que totalizam mais de R$ 37 milhões. A apuração começou após denúncias de que empresas prestadoras de serviço estavam recebendo tratamento diferenciado na Secretaria Municipal de Operações e Serviços Urbanos (Semsur).

A operação do MPMG também investiga o pagamento de propina que pode chegar a R$ 2 milhões. Quatro pessoas foram presas, incluindo dois empresários e dois servidores. As informações foram apresentadas em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira (12), com a participação do assessor especial de Governo, Fernando Henrique, e do secretário de Governo, Matheus Tavares.

Fernando Henrique afirmou que as suspeitas surgiram a partir de relatos de cidadãos e servidores da própria secretaria ao gabinete do prefeito. “Algumas pessoas e também alguns servidores procuraram o gabinete do prefeito e relataram que algumas irregularidades, algumas coisas estranhas estavam acontecendo”, disse.

As denúncias indicavam que algumas empresas prestadoras de serviços ao Município recebiam vantagens indevidas, como pagamentos por serviços não realizados. “O que estava sendo relatado era que algumas empresas tinham vantagens indevidas, recebiam por serviços que não eram prestados”, completou Fernando.

- Publicidade -
Ad imageAd image

As investigações focam contratos de fornecimento e locação de máquinas e caminhões utilizados em serviços urbanos. Segundo a apuração, as empresas contratadas eram pagas por uma quantidade de serviço maior do que a efetivamente realizada. Fernando Henrique destacou que, embora os contratos fossem firmados legalmente, as irregularidades poderiam ocorrer na fase de execução.

Matheus Tavares, que assumiu a secretaria interinamente após a denúncia, explicou que a administração buscou garantir a continuidade dos serviços com transparência. Ele mencionou que, após assumir, foi realizado um levantamento dos serviços prestados e dos contratos existentes, resultando em uma economia de quase R$ 20 milhões no último ano.

Durante a coletiva, Tavares confirmou a exoneração de uma servidora comissionada após recomendação do MPMG. “Fui ao Ministério Público hoje à tarde e recebi a recomendação de exoneração dessa servidora específica”, afirmou.

A administração municipal também anunciou a abertura de procedimentos internos para investigar possíveis irregularidades administrativas. Um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) será instaurado para apurar a conduta dos servidores efetivos envolvidos na investigação. A Controladoria do Município realizará uma análise administrativa dos contratos investigados.

A operação, chamada de Ghost Machine, visa desarticular uma associação criminosa suspeita de atuar em esquemas de corrupção e fraude em licitações. A investigação teve início em março de 2025, após denúncia formalizada pelo Gabinete do Prefeito, e conta com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e das polícias Civil, Militar e Penal de Minas Gerais.

TAGGED:CorrupçãoDivinópolisFernando HenriquefraudeGrupo de Atuação Especial de Combate ao Crime OrganizadoMatheus TavaresMinas GeraisMinistério Público de Minas GeraisMPMG
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Filme ‘Backrooms: Um Não Lugar’ adapta lenda digital para o cinema
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?