Reuters afirma ter descoberto identidade de Banksy, mas representantes negam

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

A agência de notícias Reuters anunciou que teria descoberto a identidade do artista de rua conhecido como Banksy. A revelação ocorreu em 13 de março de 2026, e a investigação sugere que o grafiteiro britânico nasceu como Robin Gunningham e, posteriormente, adotou legalmente o nome David Jones.

A conclusão da Reuters se baseou em documentos judiciais, registros públicos e entrevistas realizadas em diferentes países. Entre as evidências apresentadas, destaca-se uma confissão manuscrita relacionada a uma prisão em New York City no ano 2000, onde Gunningham admitiu ter vandalizado um outdoor.

Segundo a reportagem, o artista teria mudado oficialmente seu nome para David Jones, um nome comum no Reino Unido, o que teria contribuído para ocultar sua identidade ao longo dos anos, mesmo após o aumento de sua fama internacional.

Registros de imigração analisados indicam que um homem chamado David Jones entrou na Ucrânia em 2022, período em que murais atribuídos a Banksy começaram a surgir no país durante a guerra. A data de nascimento registrada no passaporte coincide com a de Robin Gunningham.

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A investigação também menciona a presença do músico britânico Robert Del Naja, da banda Massive Attack, na Ucrânia, que já foi associado a Banksy em várias teorias. Del Naja, considerado um pioneiro do grafite em Bristol, teria colaborado em pelo menos uma pintura com o artista.

Apesar das conclusões apresentadas, representantes de Banksy não confirmaram a identidade revelada. A empresa do artista, Pest Control Office, responsável por autenticar suas obras, afirmou que o artista “decidiu não dizer nada”. O advogado de Banksy, Mark Stephens, contestou partes da investigação, argumentando que a revelação da identidade do artista poderia comprometer sua segurança e o princípio de anonimato que caracteriza sua carreira.

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