O deputado Junior Mano, do PSB, se manifestou após a revelação de detalhes da investigação da Polícia Federal sobre um esquema de corrupção envolvendo emendas parlamentares no Ceará. Ele foi apontado como líder da organização criminosa e enviou uma nota para negar as afirmações da PF.
Na nota, a defesa do parlamentar afirmou que “as conclusões do relatório final são exageradas, genéricas e sem provas”. Eles destacaram que “Júnior Mano não é ordenador de despesas, não participou de licitações e, portanto, não tem como controlar a aplicação final de recursos federais”.
O caso está atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes. A defesa do deputado reafirmou que ele não cometeu qualquer irregularidade.
“”Depois de um ano de uma ruidosa investigação, a Polícia Federal nada encontrou de relevante contra o deputado Júnior Mano. As conclusões do relatório final são exageradas, genéricas e sem provas. Júnior Mano não é ordenador de despesas, não participou de licitações e, portanto, não tem como controlar a aplicação final de recursos federais. O deputado reafirma, com firmeza, que não cometeu qualquer irregularidade.””
A defesa também lamentou o vazamento seletivo de informações sigilosas, especialmente em um momento em que os partidos começam a definir suas candidaturas para as próximas eleições. Eles esperam que o inquérito aberto para apurar o vazamento de dados protegidos por sigilo traga uma resposta clara sobre o uso de informações processuais para fins políticos.


