O São Paulo registrou uma economia de R$ 11,3 milhões em janeiro de 2026 em comparação ao planejamento financeiro inicial.
O primeiro mês do ano é conhecido por apresentar uma queda nas receitas dos clubes. Uma das primeiras ações da gestão de Harry Massis, que assumiu a presidência em 17 de janeiro, foi solicitar a revisão dos contratos vigentes no clube.
O orçamento do São Paulo para 2026 prevê um superávit de R$ 37,9 milhões. No departamento de futebol, a projeção inicial indicava um déficit de R$ 4,5 milhões em janeiro, mas o setor fechou o período com um superávit de R$ 7,01 milhões.
A diretoria também iniciou conversas com o elenco profissional para negociar um plano de pagamento de débitos pendentes com jogadores. As negociações estão em andamento e a expectativa é que um acordo seja concluído nas próximas semanas.
Segundo o clube, os salários da temporada estão em dia. O planejamento financeiro indicava um déficit de R$ 14,6 milhões em janeiro, mas ao final do mês, o resultado negativo foi de R$ 3,2 milhões, representando uma variação positiva de R$ 11,3 milhões.
No clube social, os eventos de Carnaval tiveram uma redução de cerca de 90% nos custos em comparação com 2025. A festa junina, que estava orçada em mais de R$ 3 milhões, também deve ser realizada com despesas menores.
A diretoria aponta que o resultado anual pode ser influenciado pelo aumento de receitas ao longo da temporada, como bilheteira, premiações esportivas, transferências de atletas, patrocínios e direitos de transmissão.


