Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Comida pode interferir na eficácia de medicamentos; entenda como isso ocorre
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Saúde

Comida pode interferir na eficácia de medicamentos; entenda como isso ocorre

Amanda Rocha
Última atualização: 14 de março de 2026 05:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Tomar um medicamento ‘em jejum’, ‘com comida’ ou ‘evitar álcool’ pode influenciar a eficácia do tratamento. Alimentos e bebidas alteram a absorção no intestino, o metabolismo no fígado e a tolerância do corpo à medicação, impactando diretamente o efeito final e as reações adversas.

O médico Leonardo Catizani, da clínica Tivolly, especializada em endocrinologia e nutrologia, explica que a interferência ocorre em diferentes etapas do processo. ‘Em alguns casos, a presença de alimento faz com que o medicamento não seja absorvido da forma correta, reduzindo o efeito. Em outros, a combinação aumenta a concentração do medicamento no sangue e eleva o risco de reações adversas’, afirma.

Quando a interação acontece no intestino, o alimento pode dificultar a absorção, fazendo com que menos medicamento chegue à corrente sanguínea. No fígado, o que foi consumido pode influenciar o metabolismo e alterar a concentração do remédio, tornando o tratamento menos eficaz ou aumentando os efeitos colaterais.

Catizani aponta que algumas combinações são recorrentes. Por exemplo, leite e derivados podem reduzir a absorção de certos antibióticos. A toranja é outro exemplo, pois pode interagir com medicamentos para colesterol, pressão e ansiedade, elevando o risco de efeitos colaterais. Em tratamentos com anticoagulantes, a ingestão irregular de alimentos ricos em vitamina K pode interferir na eficácia do tratamento.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Além disso, alguns chás e produtos naturais podem diminuir o efeito de medicamentos importantes, incluindo anticoncepcionais. O alcaçuz, quando consumido em excesso, pode aumentar a pressão e causar alterações de potássio, interferindo em remédios do coração.

As respostas diferentes a um mesmo alimento e medicamento não significam que o remédio não funciona. ‘A diferença começa na forma como cada organismo metaboliza substâncias. Fatores genéticos influenciam como o fígado metaboliza os medicamentos’, explica Catizani.

A combinação de álcool com medicamentos requer atenção. Mesmo pequenas quantidades podem potencializar efeitos. Remédios que atuam no sistema nervoso, como ansiolíticos e antidepressivos, não combinam com álcool, pois podem causar sonolência excessiva e perda de reflexos. Anti-inflamatórios e aspirina, quando associados ao álcool, aumentam o risco de gastrite e sangramento gastrointestinal.

As orientações sobre o uso de medicamentos têm motivos específicos. Quando um remédio deve ser tomado em jejum, é porque a presença de alimento atrapalha sua absorção. Já os medicamentos que devem ser tomados com comida costumam ter melhor absorção nessas condições.

Cafeína, chás e energéticos também podem intensificar sintomas em quem usa determinados medicamentos. A cafeína pode intensificar tremores e ansiedade em pessoas que já tomam remédios que aceleram o sistema nervoso.

Os grupos mais suscetíveis a riscos de combinação incluem idosos e pessoas com doenças cardíacas. Catizani recomenda não ajustar a rotina alimentar ou horários de medicação sem orientação médica.

TAGGED:álcoolalimentosclínica TivollyLeonardo Catizanimedicamentos
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Alunos de escola em Porto Alegre participam de eleição simulada
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?