Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Chuvas intensas afetam colheita de soja e plantio de milho no Tocantins
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Agronegócio

Chuvas intensas afetam colheita de soja e plantio de milho no Tocantins

Amanda Rocha
Última atualização: 15 de março de 2026 19:53
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

As fortes chuvas que atingem o Tocantins desde o fim de janeiro têm causado prejuízos significativos para o setor produtivo de grãos. Com o solo encharcado e a persistência da instabilidade, produtores rurais enfrentam atrasos na colheita da soja e no plantio da segunda safra, comprometendo o ciclo do milho no estado.

Em Silvanópolis, o produtor Marcos Roberto Abentroth, que plantou sete mil hectares de soja, relata a dificuldade de avançar com o serviço.

“”Era para estar com 70% de área colhida, mais ou menos, e hoje nós estamos em torno de 35%, porque a chuva está começando a apertar bastante””

, afirmou.

- Publicidade -
Ad imageAd image

De acordo com a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Tocantins (Aprosoja), o problema é generalizado. A janela ideal para o plantio do milho se encerrou no dia 28 de fevereiro, mas muitos agricultores ainda não conseguiram finalizar a retirada da soja devido à impossibilidade de colocar as máquinas em campo.

Embora os prejuízos financeiros ainda não tenham sido totalmente contabilizados, a perda da janela climática é um fator determinante para a queda na produtividade.

“”No período forte da colheita, nessa última semana de fevereiro e primeira semana de março, veio muita chuva, índices acima da média. Isso fez com que a soja dos produtores estragasse, se deteriorasse””

, comentou Thiago Facco, vice-presidente da Aprosoja.

Além dos problemas diretos nas lavouras, o escoamento da produção e o acesso às propriedades estão seriamente prejudicados. Pelo menos 15 pontes desabaram em rodovias estaduais e estradas vicinais. Trechos importantes, como a TO-446 entre Miranorte e Abreulândia, tornaram-se inviáveis para o tráfego.

Na BR-010, que liga Itacajá a Santa Maria, tratores precisam auxiliar veículos que atolam nos lamaçais. A situação acaba impedindo a entrada dos caminhões e maquinários, atrapalhando toda a logística da cadeia produtiva.

As consequências do temporal também atingem os moradores e o cotidiano das cidades. Em Sandolândia, cerca de 180 famílias de comunidades rurais ficaram isoladas após pontes desabarem. As cheias nos rios causaram problemas no abastecimento de Monte do Carmo e Lajeado.

Em Palmeiras do Tocantins, ônibus escolares atolaram, obrigando alunos a caminharem longos trajetos pelo barro ou resultando na suspensão das aulas. Outras regiões rurais próximas também tiveram o transporte escolar afetado. Em Peixe, no setor Boa Vista, a inundação atingiu ruas e quintais de residências. No caso de Gurupi, bairros ficaram debaixo d’água e animais domésticos foram resgatados por moradores.

A Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto) informou que mobilizou equipes para recuperar trechos críticos e atoleiros em mais de 30 municípios nos próximos dias. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) afirmou, em nota, que realiza manutenção periódica na BR-010 e que prepara uma nova licitação para ampliar os serviços, além de projetos para a pavimentação de trechos ainda sem asfalto entre Santa Maria do Tocantins e Aparecida do Rio Negro.

TAGGED:Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto)AgroAssociação dos Produtores de Soja e Milho do Tocantins (Aprosoja)chuvasDepartamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit)Marcos Roberto AbentrothMilhoSilvanópolisSojaThiago FaccoTO-446, BR-010Tocantins
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Argentina enfrenta Honduras em amistoso no Texas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?