Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: TIC Trens aguarda licença para iniciar obras do Trem Intercidades em março
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Infraestrutura

TIC Trens aguarda licença para iniciar obras do Trem Intercidades em março

Amanda Rocha
Última atualização: 15 de março de 2026 20:55
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A TIC Trens, concessionária formada pelo grupo Comporte e pela chinesa CRRC, aguarda a licença de instalação para iniciar as obras do Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas. O documento está em fase final de análise pela Cetesb e deve permitir a montagem dos primeiros canteiros ainda neste mês de março.

As obras começarão com serviços de drenagem e remoção de interferências no trecho Jundiaí-Campinas, que já possui projeto executivo de engenharia. Está prevista a instalação de trilhos na faixa de domínio da ferrovia de cargas operada pela MRS Logística. “Começaremos por esse trecho porque ele é praticamente greenfield (novo)”, afirmou o diretor-presidente da TIC Trens, Pedro Moro. “Se tudo der certo, teremos os canteiros iniciais até o fim de março.”

Para executar as obras civis, o grupo Comporte criou uma empresa própria de engenharia, a Engetrens, que assumiu o contrato de EPC (engenharia, gestão de compras e construção). Os trabalhos também incluirão a reforma das estações de Jundiaí, Louveira, Vinhedo, Valinhos e Campinas, todas tombadas, o que exige cuidados especiais, conforme explicou Moro.

A CRRC ficará responsável pela infraestrutura de sinalização e comunicações, além do fornecimento de 22 novos trens. Quinze trens virão da China para o serviço expresso São Paulo-Campinas, que fará paradas em Jundiaí. Outras sete composições, produzidas pela CRRC em Araraquara (SP), serão destinadas ao Trem Intermetropolitano (TIM) entre Jundiaí e Campinas.

- Publicidade -
Ad imageAd image

A concessão, leiloada em 2024, é uma parceria público-privada de aproximadamente R$ 14 bilhões, com aportes do governo estadual e do consórcio vencedor. Em novembro do ano passado, a TIC Trens assumiu a operação da Linha 7-Rubi da CPTM, que possui 17 estações entre a Barra Funda e Jundiaí. O expresso São Paulo-Campinas, que terá velocidade de até 140 km/h e duração de 64 minutos, deverá entrar em funcionamento em 2031, enquanto o TIM está previsto para 2029.

A viagem do Trem Intercidades partirá da estação Água Branca, em São Paulo, que será reformulada para se tornar um dos maiores polos de integração metroferroviária da América Latina. A nova estação terá cinco andares, 70 mil metros quadrados de área construída e sete plataformas, que atenderão não apenas o TIC e a Linha 7-Rubi, mas também outras cinco operações.

Pedro Moro informou que as receitas da TIC Trens devem ser divididas em 55% provenientes de tarifas, 30% de aporte público do governo estadual e 15% de receitas não tarifárias. A concessionária planeja propor ao governo estadual um aditivo para a duplicação da linha entre São Paulo e Jundiaí, onde o contrato atual prevê apenas via única.

A TIC Trens está elaborando um projeto básico de engenharia para a duplicação, que será apresentado ao poder concedente no fim do ano. O contrato original já prevê essa possibilidade, com um limite máximo de 20% no acréscimo dos aportes estaduais, o que, a preços atuais, seria um teto de R$ 2,8 bilhões.

Segundo Moro, a duplicação visa diminuir o tempo de recomposição total das operações em caso de paradas inesperadas e criar novas possibilidades de serviços alternativos. Ele exemplificou que, em caso de uma emergência a bordo, a duplicação poderia reduzir o impacto no cronograma das operações.

TAGGED:CampinasCetesbComporteCPTMCRRCEstação Água BrancainfraestruturaMRS LogísticaPedro MoroPPPSão PauloTIC Trenstrem
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Fumicultores do RS organizam manifestação em defesa do tabaco
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?