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Política

Caiado critica modelo de superministro da Economia e defende regionalização de políticas

Amanda Rocha
Última atualização: 15 de março de 2026 23:19
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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Durante sua participação no programa Canal Livre, exibido no domingo, 15 de março de 2026, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, declarou que não adotaria o modelo de superministro da Economia em um possível governo federal. Ele criticou a concentração de decisões econômicas em uma única figura.

“De maneira nenhuma eu teria um superministro. Eu morro de medo de iluminados. Tenho pavor de iluminados. A reforma tributária é um exemplo disso. Um iluminado vai lá fora, copia um modelo e implanta no Brasil inteiro sem considerar que o país tem vários Brasis, com características, limitações e necessidades diferentes”, afirmou.

Caiado argumentou que as políticas econômicas devem levar em conta as particularidades regionais do Brasil. “Nós estamos aqui para discutir o Brasil real. Um Brasil que tem regiões distintas, com falta de infraestrutura, falta de habitação, falta de saúde em grande parte do território. Não pode ser um cidadão isolado que não conheça a capilaridade do país para tomar todas as decisões”, disse.

O governador também avaliou que o próximo presidente enfrentará um cenário fiscal difícil, com ajustes nas contas públicas sendo inevitáveis. “Quem assumir o país encontrará uma situação ainda mais difícil. Não será um remédio palatável, será um remédio amargo. Todos os poderes terão que participar porque a crise fiscal é gravíssima”, afirmou.

Ele citou sua experiência ao assumir o governo de Goiás, quando encontrou o estado em situação fiscal crítica. “Assumi Goiás com Capag C caminhando para D, bloqueado no Tesouro Nacional, sem direito a empréstimo. Tive que chamar todos os poderes e dizer: vou cortar 25% do orçamento de cada um. E isso foi feito”, relatou.

Segundo Caiado, o país precisa recuperar a confiança econômica e superar o que ele classificou como excesso de polarização política. “O Brasil vive um processo de endividamento e uma incapacidade de crescer. Nós precisamos dar uma virada de confiança”, disse.

Ele destacou que o debate político deve voltar a tratar de temas estruturais do desenvolvimento. “O país ficou preso em uma polarização ideológica e deixou de discutir o essencial: como educar os filhos, como profissionalizar as pessoas e como garantir crescimento econômico”, afirmou.

Caiado também ressaltou que as políticas de desenvolvimento devem respeitar as vocações regionais. “Goiás não vai competir com energia eólica do Ceará, mas pode competir com biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, biometano, etanol de segunda geração e combustível sustentável de aviação”, disse.

Além disso, o governador mencionou projetos relacionados à exploração de terras raras em Goiás e acordos internacionais. “Já fizemos acordo com o Japão e estamos negociando também com os Estados Unidos. O Brasil tem um potencial enorme, mas precisa de um governante que dê direção ao país”, afirmou.

Por fim, Caiado defendeu a aprovação de uma reforma administrativa para reorganizar a máquina pública, ressaltando a importância de articulação política logo no início do mandato presidencial. “Já existe projeto tramitando no Congresso, mas todos sabem que isso só acontece nos primeiros 18 meses de um mandato. O presidente precisa chegar no primeiro dia com a reforma pronta e reunir sua base para enfrentar o desgaste necessário”, concluiu.

TAGGED:EconomiaGoiâniaGoiásPolíticaReforma Administrativa
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