Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Estudo revela ineficácia da cannabis medicinal contra ansiedade e depressão
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Saúde

Estudo revela ineficácia da cannabis medicinal contra ansiedade e depressão

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de março de 2026 20:30
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Um estudo publicado nesta segunda-feira, 16 de março de 2026, na revista The Lancet, não encontrou evidências de que a cannabis medicinal seja eficaz no tratamento da ansiedade, depressão ou transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). A pesquisa, considerada a maior revisão já realizada sobre segurança e eficácia desses compostos em condições de saúde mental, foi conduzida por cientistas da Universidade de Sydney, ligados ao The Matilda Centre, que se concentra na prevenção e tratamento de transtornos mentais.

A cannabis medicinal não é a mesma que a planta consumida de forma recreativa. Os produtos terapêuticos são formulações com concentrações controladas de compostos da planta, principalmente o canabidiol (CBD) e, em alguns casos, o tetrahidrocanabinol (THC). Geralmente, são administrados em forma de óleos, cápsulas ou soluções orais.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram 54 estudos realizados em diferentes países ao longo de 45 anos, entre 1980 e 2025. Esses estudos comparavam o uso de medicamentos derivados da cannabis com outros tratamentos ou com placebo. Os pesquisadores concluíram que não há evidências consistentes de que esses produtos ajudem no tratamento da depressão, ansiedade ou TEPT.

““É possível que o uso disseminado de cannabis medicinal esteja causando mais danos do que benefícios”, afirmou o pesquisador Jack Wilson, principal autor do estudo.”

- Publicidade -
Ad imageAd image

Entre os possíveis riscos, Wilson destacou o aumento de sintomas psicóticos, o desenvolvimento de dependência de cannabis e o atraso no início de tratamentos com eficácia comprovada.

Apesar da ausência de evidências para vários transtornos psiquiátricos, a revisão identificou sinais de benefício em algumas condições, como o tratamento da dependência de cannabis, insônia, tiques e síndrome de Tourette, e sintomas associados ao autismo. No entanto, os autores alertam que a qualidade das evidências para essas condições é baixa.

Os pesquisadores também destacaram que existem indicações médicas para as quais os derivados da cannabis apresentam evidências mais consistentes, como a redução de crises epilépticas em alguns tipos de epilepsia, controle de espasticidade em pessoas com esclerose múltipla e manejo de certos tipos de dor crônica.

O estudo surge em um momento de rápida expansão do mercado de cannabis medicinal. Na Austrália, as vendas desses produtos triplicaram nos últimos quatro anos, com mais de um milhão de prescrições aprovadas. No Brasil, desde 2019, é possível adquirir produtos à base de CBD em farmácias, e a importação individual de produtos à base de cannabis também tem crescido.

Em 2025, foram concedidas 194.682 autorizações para a importação de produtos à base de cannabis, um aumento de 16,3% em relação ao ano anterior. Esse avanço gera preocupações em entidades médicas sobre a regulação e a segurança dos produtos. Wilson acredita que estudos como este podem ajudar médicos e autoridades sanitárias a tomar decisões baseadas em evidências.

TAGGED:AnvisaAustráliacanabidiolJack WilsonSydneyThe Matilda CentreUniversidade de Sydney
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Irã alega disparos contra navios dos EUA no Mar de Omã
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?