O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) instaurou um inquérito para investigar a conduta do delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, no caso dos cães da Praia Brava, especialmente em relação à morte do cão Orelha.
A investigação busca apurar se o delegado cometeu abuso de autoridade, vazamento de informações sigilosas do inquérito e improbidade administrativa. O inquérito foi instaurado pela 40ª Promotoria de Justiça na última sexta-feira, dia 13 de março de 2026.
O delegado terá um prazo de duas semanas para apresentar sua manifestação sobre o material reunido e as considerações jurídicas feitas pela Promotoria. Após esse período, a Promotoria definirá os encaminhamentos jurídicos do caso.
Em fevereiro, Ulisses Gabriel afirmou estar “absolutamente tranquilo” em relação às investigações do MPSC e se colocou à disposição para esclarecer qualquer questionamento. Ele também mencionou que existem “dezenas de representações no MP apresentadas por movimentos políticos e motivações escusas ideológicas contra a PC de SC”.

