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Internacional

Irã posiciona minas no Estreito de Ormuz em contexto de conflito

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de março de 2026 16:07
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã se tornou um dos pontos críticos da atual guerra no Oriente Médio. Essa ação afetou diretamente os preços do petróleo em todo o mundo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou que aliados enviassem navios para proteger a região, mas diversos países se mostraram reticentes em oferecer apoio. Fontes indicam que o regime iraniano colocou minas navais na rota marítima.

Para evitar a escalada do problema, os EUA afirmaram ter destruído dezenas de embarcações responsáveis por lançar esses explosivos na água. Essa não é a primeira vez que o Irã posiciona minas no Estreito de Ormuz; o país já havia feito isso durante os anos finais da guerra com o Iraque, entre 1980 e 1988.

Naquela época, os EUA também buscaram garantir o fluxo livre de recursos energéticos no Golfo Pérsico, realizando operações militares com a escolta de navios. Entre julho de 1987 e setembro de 1988, as forças americanas lançaram a operação Earnest Will, que escoltou petroleiros do Kuwait que foram “rebandeirados” como embarcações dos EUA.

No primeiro comboio, o navio-tanque Bridgeton foi atingido por uma mina, mas não afundou. Em setembro de 1987, os EUA lançaram a operação Prime Chance, capturando uma embarcação iraniana que posicionava minas, que foi posteriormente afundada.

Em abril de 1988, os americanos atacaram plataformas de petróleo do Irã na operação Praying Mantis, após o navio de guerra USS Samuel B. Roberts ter sido gravemente danificado por uma mina, resultando em ferimentos em dez marinheiros. O Congresso americano considerou a Praying Mantis a maior ação naval de superfície dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial até aquele momento.

Em 2008, David Isenberg, especialista em Política de Defesa dos EUA, afirmou que, com base em operações anteriores, poderia levar um mês ou mais para reabrir o Estreito de Ormuz caso o Irã conseguisse colocar minas na hidrovia, mesmo em uma operação de pequena escala.

Um relatório do Congresso dos Estados Unidos de 2025 estima que o Irã possua um arsenal de 5.000 a 6.000 minas. Vitelio Brustolin, pesquisador da Universidade Federal Fluminense (UFF) e de Harvard, comentou que o regime iraniano utiliza meios relativamente mais baratos, como drones e minas, para causar grandes danos econômicos.

TAGGED:Donald TrumpEstados UnidosEstreito de OrmuzHarvardInternacionalUniversidade Federal FluminenseVitelio Brustolin
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