A Marinha do Brasil iniciou um inquérito para investigar um incidente envolvendo um navio que simula um ‘barco pirata’ que atropelou um casal em uma moto aquática. O acidente ocorreu no último domingo (15) em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina.
De acordo com a Marinha, o inquérito analisará as causas e responsabilidades da colisão, com prazo de conclusão de até 90 dias. O relatório final será enviado ao Tribunal Marítimo e, em seguida, à Procuradoria Especial da Marinha, que tomará as medidas necessárias.
No incidente, o casal que estava no jet-ski foi atropelado e chegou a desaparecer no mar. A mulher que pilotava a moto aquática sofreu apenas ferimentos leves. Vídeos gravados por testemunhas registraram o momento do acidente.
A Delegacia de Itajaí enviou uma equipe de quatro militares ao local para realizar os primeiros levantamentos e coletar depoimentos dos envolvidos.
O Grupo Barco Pirata, responsável pela embarcação ‘Aventura Pirata I’, afirmou que o barco estava navegando dentro do canal de navegação, uma área imprópria para motos aquáticas paradas. A empresa destacou que a moto aquática não foi identificada no campo de visão do barco e que manobras de desvio exigem mais tempo e espaço.
A Nautiusados, empresa responsável pela venda e locação de motos aquáticas, informou que o condutor estava devidamente habilitado e que a documentação e o seguro da embarcação estavam em dia.

