O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) anunciou que a reforma da Praça dos Três Poderes será concluída até dezembro de 2026. A autorização para a reforma foi publicada no Diário Oficial do DF nesta terça-feira, 17 de março.
A primeira fase da reforma inclui a reestruturação do piso, do sistema de drenagem e do calçamento. O Iphan também informou que há um projeto de reforma mais detalhado, que prevê a restauração dos monumentos localizados na praça, com expectativa de entrega até junho de 2027.
A reforma será custeada com recursos da Lei Rouanet, uma vez que a gestão do espaço e os recursos são de responsabilidade do governo federal. O Iphan estimou um gasto de R$ 29,1 milhões em agosto de 2025.
Após a conclusão da reforma, o governo do Distrito Federal ficará responsável pela manutenção e segurança da praça. O Iphan destacou que o governo atuará como um “zelador” do espaço.
Críticas foram direcionadas ao estado de conservação da Praça dos Três Poderes, que é um ponto de encontro entre o Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. As pedras portuguesas do piso estavam soltas, causando acidentes, e bancos de concreto estavam sujos e com quinas quebradas.
A primeira-dama, Janja da Silva, criticou o estado do local em janeiro de 2024, afirmando que a praça estava “abandonada”. Na ocasião, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF informou que estava adequando o projeto de restauro da praça para atender novas exigências do Iphan.


