Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Agro propõe emendas à MP do diesel para reduzir tributos e custos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Agro propõe emendas à MP do diesel para reduzir tributos e custos

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de março de 2026 17:38
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

Parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) devem apresentar emendas à MP 1340/26, editada pelo governo na semana passada, com o objetivo de conter a alta do diesel e reduzir o impacto dos combustíveis sobre o agronegócio, em meio às tensões no Oriente Médio.

O vice-presidente da FPA na Câmara, Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirmou que a estratégia do setor envolve medidas de curto prazo para mitigar o impacto imediato da alta do diesel, além de iniciativas estruturais para reduzir a dependência externa e conter a inflação.

““Queremos que o governo continue tomando medidas para controlar a alta do preço de combustíveis. Então, estamos apoiando a medida provisória que foi decretada. Vamos apresentar emendas no sentido de aperfeiçoá-la. Estamos também nos somando a um apelo aos governos estaduais que possam aliviar também a tributação sobre combustíveis, para poder segurar isso”, disse Jardim em coletiva de imprensa após reunião da frente nesta terça-feira (17).”

A FPA também aposta no avanço dos biocombustíveis como alternativa para reduzir a dependência do diesel e aliviar os custos. Jardim mencionou que foi enviada uma carta aos membros do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para sensibilizá-los sobre a necessidade do aumento da mistura de biocombustíveis.

““Nós estamos propondo que vá à faixa de 32% o etanol [na mistura com gasolina]. No combustível do futuro, o cenário traçado lá era para ir até 35%, isso gradativamente vai se avançando. […] Então, hoje há uma tempestade perfeita ao contrário, no bom sentido, porque o biodiesel tem testes que comprovam que ele pode ir a 16% e a 17%, tem suprimento e tem um equilíbrio perfeito do ponto de vista econômico”, destacou.”

O aumento da mistura de biocombustíveis seria discutido em reunião do CNPE, que foi cancelada e ainda não tem nova data. Jardim explicou que a legislação permite que o CNPE calibra a mistura anualmente, considerando situações favoráveis como o aumento do preço do petróleo.

A FPA também pretende atuar na questão dos fertilizantes, focando na redução da dependência externa do Brasil em insumos estratégicos para a produção agrícola. Jardim mencionou que cerca de 35% da ureia consumida no Brasil vem do Irã e que há dependência de Oman, que enfrenta problemas de acesso pelo Estreito de Hormuz.

A bancada busca reforçar a tramitação do Profert, projeto que visa incentivar a produção nacional de fertilizantes e reduzir a dependência de importações. A FPA distribuiu um material técnico que aponta que o impacto da crise tende a se intensificar nos próximos meses, afetando a formação de custos da safra 2026/27.

Jardim alertou que a combinação entre a alta do diesel, o encarecimento de fertilizantes e gargalos logísticos pode elevar o custo de produção e reduzir a margem do produtor, além de impactar a competitividade das exportações brasileiras.

““Vai ter impacto de custos. O que nós estamos fazendo é uma política de contenção de danos de minorado. Eu seria totalmente artificial, nossos colegas nunca falaram isso, ‘olha, nós vamos dar um jeito de não aumentar o preço do combustível’, seria impossível”, frisou Jardim.”

TAGGED:AgroAgronegócioArnaldo JardimbiocombustíveisConfederação da Agricultura e Pecuária do BrasilConselho Nacional de Política EnergéticaFrente Parlamentar da AgropecuáriaFretesGuerra do Oriente Médio
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Hungria revisa projeto nuclear russo de €12,5 bilhões sem romper parceria com Moscou
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?