Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: PMs envolvidos na morte de médica estavam com câmeras corporais descarregadas
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Segurança

PMs envolvidos na morte de médica estavam com câmeras corporais descarregadas

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de março de 2026 18:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Os três policiais envolvidos na morte da médica Andréa Marins Dias estavam com as câmeras corporais descarregadas. A médica, de 61 anos, foi morta no domingo (15), durante uma suposta perseguição em Cascadura, na Zona Norte do Rio.

A suspeita é que os policiais tenham confundido o carro da vítima com o de criminosos. Durante a perseguição, o veículo foi atingido, resultando na morte de Andréa. A Polícia Militar informou que os três agentes foram afastados das ruas e as armas utilizadas na ação foram apreendidas para perícia.

O enterro de Andréa ocorreu na tarde de terça-feira (17) no Cemitério da Penitência, na Zona Norte. O velório começou às 13h e o sepultamento aconteceu pouco depois das 17h. Os pais da médica, que a haviam visitado antes do incidente, chegaram ao cemitério muito abalados, acompanhados da filha.

Andréa era cirurgiã oncológica especializada no tratamento de endometriose e tinha quase 30 anos de experiência na área de saúde da mulher. Em seu perfil nas redes sociais, ela mencionava ter duas residências: uma geral e outra em cirurgia oncológica.

Em um vídeo gravado em 2024, Andréa se apresentou, dizendo: “Eu tenho 27 anos cuidando de mulher. De formada, eu não sei se eu falo….. 32 anos de formada”. Ela também abordava a endometriose em suas publicações, respondendo a perguntas sobre o tema.

Andréa também compartilhava momentos de lazer e viagens em suas redes sociais. Em uma viagem à África do Sul, postou uma foto com a filha ao lado da estátua de Nelson Mandela e comentou sobre a história no Museu do Apartheid.

Após a morte de Andréa, várias postagens em suas redes sociais receberam comentários lamentando a tragédia e pedindo justiça. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

TAGGED:Andrea Marins DiasCascaduraCemitério da PenitênciaDelegacia de Homicídios da CapitalmédicaNelson MandelaPolíciaPolícia MilitarRio de Janeiro
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Davide Ancelotti confirma evolução física de Neymar e detalhes da lista da seleção para a Copa
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?