Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Diretor de contraterrorismo dos EUA renuncia e critica guerra contra o Irã
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

Diretor de contraterrorismo dos EUA renuncia e critica guerra contra o Irã

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de março de 2026 21:01
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos Estados Unidos, Joe Kent, renunciou ao cargo no dia 17 de março de 2026. Ele criticou a decisão do governo de Donald Trump de iniciar uma guerra contra o Irã, afirmando que o país não representava uma ameaça iminente aos Estados Unidos.

Em sua carta de demissão, Kent declarou:

““Não posso, em sã consciência, apoiar a guerra no Irã. O Irã não era uma ameaça iminente à nossa nação, e ficou claro que começamos esta guerra por pressão de Israel e de seu poderoso lobby nos Estados Unidos.””

Ele comparou a situação atual com a guerra do Iraque, que chamou de desastrosa.

Joe Kent, veterano do Exército, destacou que participou de onze missões fora do país e perdeu sua esposa em combates na Síria em 2019. Ele foi nomeado por Donald Trump para o cargo no início do mandato, e sua nomeação foi aprovada pelo Senado em julho, apenas com votos republicanos.

Na época, Kent já era alvo de críticas por seu histórico, que incluía ligações com teorias da conspiração e associações de supremacia branca. Apesar das críticas da base mais radical de Trump à guerra contra o Irã, não havia dissidência pública no governo até sua renúncia.

A carta de Kent gerou reações na oposição. O senador democrata Mark Warner, do Comitê de Inteligência, expressou preocupação com o histórico de Kent, mas concordou em parte com suas declarações. Por outro lado, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que a carta continha muitas afirmações falsas e defendeu que Trump tinha evidências de que o Irã planejava atacar os Estados Unidos.

Leavitt chamou de

““insultante e risível””

a alegação de que a decisão de Trump foi influenciada por outros países. A visita do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu à Casa Branca, dezessete dias antes do ataque ao Irã, foi mencionada como um fator relevante, já que Netanyahu tem afirmado que o Irã representa uma ameaça existencial a Israel.

Em resposta à renúncia de Kent, Donald Trump comentou:

““Sempre achei que ele fosse fraco em segurança. É bom que ele esteja fora, porque ele disse que o Irã não representava uma ameaça. O Irã era, sim, uma ameaça.””

TAGGED:Benjamin NetanyahucontraterrorismoDonald TrumpEstados UnidosGuerraJoe KentKaroline LeavittMark WarnerWashington
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Carta de mãe para filho destaca longevidade ativa e respeito à autonomia na velhice
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?