A noite em Cuba não é mais silenciosa. Famílias batem colheres em panelas vazias, simbolizando um luto por uma ideologia falida. O regime comunista imposto pela família Castro está em colapso, com a economia em queda livre e a população enfrentando fome.
Após mais de seis décadas de repressão, o regime corrupto é mais fraco do que nunca. O momento exige clareza e determinação dos Estados Unidos. Estamos mais próximos de acabar com a tirania imposta pelos Castro, mas isso depende de uma estratégia firme.
Não haverá investimentos significativos ou socorros econômicos sem uma mudança política dramática na ilha. Qualquer discussão com a ditadura em Havana deve começar de uma posição de força. O alívio econômico deve seguir mudanças reais, como a libertação de prisioneiros políticos e a restauração dos direitos humanos, conforme a lei dos EUA, codificada no LIBERTAD Act de 1996.
Atualmente, o regime carrega cerca de R$ 46 bilhões em dívida externa, enquanto suas principais fontes de receita colapsaram. As remessas caíram quase 70%, a renda do turismo caiu mais de 68% e a receita da exportação de profissionais de saúde diminuiu mais de 53%. Ao mesmo tempo, a rede elétrica da ilha entrou em colapso, resultando em apagões constantes para milhões de cubanos.
Esses números revelam a verdade sobre o modelo econômico imposto pelos Castro. A crise não é resultado de pressão externa, mas sim de décadas de uma ideologia falida, corrupção e má gestão econômica. O regime drenou a infraestrutura do país enquanto enriquecia seus aliados.
Graças à liderança do presidente Donald Trump e do secretário de Estado Marco Rubio, os Estados Unidos restauraram uma política clara em relação a regimes autoritários. Ditaduras que abusam de seu povo não serão recompensadas com socorros econômicos.
Todos os dias, milhares de cubanos vão às ruas em protesto. Na cidade de Moron, os moradores até incendiaram a sede do Partido Comunista durante um grande protesto. O regime respondeu com repressão, mantendo mais de 1.400 prisioneiros políticos encarcerados, patriotas que apenas pediam liberdade.
““Se o regime mais uma vez recorrer a massacrar seu próprio povo, os Estados Unidos devem deixar claro que tal brutalidade não será tolerada.””
A coragem do povo cubano brilha na escuridão. O grito de Patria y Vida se torna mais forte a cada dia. Para meus irmãos e irmãs na ilha, ouvimos seus apelos e vemos sua coragem. Cada protesto e cada clamor por liberdade aproximam a ilha da liberdade que seu povo merece. A noite imposta pelos Castros durou tempo demais, mas o povo cubano nunca deixou de acreditar no amanhecer.


