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Segurança

Polícia prende tenente-coronel suspeito de matar esposa com tiro na cabeça

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 09:48
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quarta-feira, 18, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito de ter assassinado sua esposa, a cabo da Polícia Militar Gisele Alves Santana, com um tiro na cabeça.

O caso foi inicialmente reportado como suicídio, mas a família de Gisele contestou essa versão e solicitou que a investigação fosse reclassificada como homicídio. O tenente-coronel foi detido em São José dos Campos e está sendo levado ao 8º Distrito Policial de São Paulo, na zona leste da capital.

Gisele foi encontrada morta dentro do apartamento onde vivia com o esposo no Brás, na zona leste, há exatamente um mês, no dia 18 de fevereiro. Ela morreu devido a um tiro na cabeça. O próprio tenente-coronel chamou a polícia no dia da ocorrência, alegando que a esposa teria se suicidado após uma discussão.

O corpo de Gisele precisou ser exumado para uma segunda perícia, que confirmou sinais de agressão no pescoço da vítima. Além disso, familiares de Gisele relataram publicamente que ela vivia em uma relação marcada por brigas e violência com o tenente-coronel.

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No dia da morte, vizinhos ouviram um disparo de arma de fogo às 7h28 da manhã, mas a polícia foi acionada pelo marido apenas meia hora depois. Policiais militares sob a hierarquia de Rosa Neto foram ao apartamento nesse intervalo, e essa movimentação foi registrada por câmeras de segurança. Eles teriam limpado o ambiente e alterado a cena do crime.

O corpo de Gisele foi encontrado com a arma na mão, uma posição considerada improvável para suicídio. Esses elementos mudaram o rumo das investigações, levando o tenente-coronel a ser investigado pelo crime de homicídio. A prisão desta quarta-feira é preventiva, e ele poderá ser denunciado pelo Ministério Público, caso haja indícios suficientes de que ele assassinou a mulher.

TAGGED:BrásGeraldo Leite Rosa NetoGisele Alves SantanahomicídioPolíciaPolícia Civil de São PauloSão Paulo
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