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Justiça

Demóstenes Torres e Paulo Brondi reestreiam no Júri e livram pescador

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 10:59
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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Demóstenes Torres e Paulo Brondi reestrearam no Tribunal do Júri em Água Boa, Mato Grosso, e conseguiram livrar um pescador de uma pena severa. O júri ocorreu em um cenário desafiador, já que os jurados da região costumam ser rigorosos com acusados de homicídio.

O pescador, Leandro Borges Vieira, é um trabalhador de São Miguel do Araguaia (GO) que, após um desentendimento com um andarilho conhecido como Alagoano, se viu em uma situação de defesa. Durante uma briga, Leandro foi atacado e reagiu, resultando na morte do agressor.

Leandro, que havia montado um mercadinho na década passada, tinha uma relação de amizade com Demóstenes, que o ajudou em diversas ocasiões. O caso se complicou após a morte de Alagoano, que possuía um histórico criminal grave, incluindo homicídios e estupros.

A promotora de justiça Bruna Affornalli atuou na acusação, enquanto Demóstenes e Brondi defenderam Leandro. A pena inicial prevista era de 33 anos, mas os jurados decidiram que ele seria responsabilizado por homicídio simples privilegiado, considerando o motivo nobre de sua ação.

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Após deliberações, a pena de Leandro foi fixada em 5 anos, a ser cumprida em regime semiaberto, além de um ano por ocultação de cadáver. O resultado foi uma vitória significativa para a defesa, que enfrentou um júri desafiador pela primeira vez em Mato Grosso.

““Leandro seria responsável por um homicídio simples privilegiado, que cometeu por um motivo nobre”, afirmaram os advogados.”

TAGGED:Água BoaBruna AffornalliDefesaDemóstenes TorreshomicídiojúriJustiçaLeandro Borges VieiraMato GrossoPaulo BrondiSão Miguel do Araguaia
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