Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Elefante-marinho é avistado em Maceió e gera orientações de monitoramento
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

Elefante-marinho é avistado em Maceió e gera orientações de monitoramento

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 15:18
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

Um elefante-marinho foi avistado nesta terça-feira (18) em praias de Maceió, após ter sido observado nos últimos dias em Barra de Santo Antônio e Paripueira, no Litoral Norte de Alagoas.

O Instituto Biota de Conservação informou que não divulgará o local exato onde o animal se encontra para evitar a aproximação de curiosos. O monitoramento do animal começou no dia 11 de março e ele deve permanecer na região por mais alguns dias.

A orientação do instituto é que as pessoas não se aproximem, não toquem e não alimentem o elefante-marinho. O biólogo e pesquisador Bruno Stefani, do Biota, destacou que a maior dificuldade no monitoramento é a interação das pessoas com o animal.

““Dá para ver claramente que o animal não se sente confortável. Ele faz barulho de ameaça, sai do local onde está em repouso e entra na água, e isso é extremamente prejudicial. Ele está descansando e economizando energia para fazer a troca da pelagem e depois retornar para sua área de origem”, explicou.”

- Publicidade -
Ad imageAd image

O instituto reforçou que o elefante-marinho não está encalhado e não precisa de resgate, pois sua presença na faixa de areia é um comportamento natural, especialmente durante o período de muda de pele.

Além do risco ao animal, também há perigo para as pessoas. O elefante-marinho, por ser um animal selvagem e de grande porte, pode reagir de forma agressiva se se sentir ameaçado, causando ferimentos graves.

O monitoramento do animal envolve equipes do Biota, ICMBio, Ibama, Instituto do Meio Ambiente (IMA) e prefeituras locais, com apoio do Batalhão Ambiental quando necessário. As ações incluem localização do animal, isolamento da área, orientação da população, registro de comportamento, avaliação clínica, coleta de material biológico e acionamento de apoio policial em caso de interferência.

O Biota pede que, ao avistar o animal, a população mantenha distância e entre em contato pelo telefone (82) 99115-2944.

““Ele não precisa de intervenção. Precisa de descanso. A gente pede só isso: deixem o animal em paz”, reforçou o pesquisador.”

TAGGED:AlagoasBatalhão AmbientalBruno Stefaniconservaçãoelefante-marinhoIbamaICMBioInstituto Biota de ConservaçãoInstituto do Meio Ambiente (IMA)MaceióMeio Ambientemonitoramento
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Fundação Darcy Vargas promove evento de orientação profissional para jovens
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?