Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Defesa de Roberta Luchsinger alega pânico com envelope relacionado a Lulinha
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

Defesa de Roberta Luchsinger alega pânico com envelope relacionado a Lulinha

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 15:24
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A defesa de Roberta Luchsinger apresentou uma nova justificativa para as mensagens em que ela orienta o empresário Antônio Camilo, conhecido como Careca do INSS, a descartar aparelhos telefônicos após uma operação da Polícia Federal (PF). Segundo o advogado Bruno Salles, Roberta “entrou em pânico” ao saber que a PF havia apreendido um envelope com o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em um camarote do Careca.

O temor de Roberta, conforme a defesa, era a “exposição natural” que o nome do amigo carrega. O medo dela, justifica Salles, ocorreu antes mesmo de ela saber o que havia dentro do pacote. “Ela diz: ‘acharam o envelope com o nome do nosso amigo, não vai dar abuso’. Ela estava preocupadíssima porque o nome do Fábio sempre traz uma exposição natural. Ela é muito amiga dele e sabe que qualquer coisa que apareça pode causar uma grande confusão”, explicou o advogado.

De acordo com Salles, ao saber da apreensão do envelope pela imprensa, Roberta demonstrou aflição imediata por desconhecer o conteúdo do objeto. O receio era de que qualquer item associado ao filho do presidente Lula fosse transformado em munição política, independentemente da gravidade. Foi sob esse estado de incerteza que ela enviou a mensagem mandando o empresário “sumir com os telefones”.

A defesa sustenta que Roberta só soube depois que o envelope continha apenas ingressos de futebol para o estádio, que sequer foram usados por Lulinha. Para Salles, a orientação para jogar o celular fora foi um conselho impulsivo de “gerenciamento de crise” de quem temia o uso político da amizade, e não uma tentativa de ocultar crimes que ela ainda nem compreendia.

- Publicidade -
Ad imageAd image

A PF investiga se Roberta serviu de ponte para repasses do Careca do INSS a Lulinha, focando em pagamentos de R$ 300 mil mensais feitos à herdeira. O valor seria por uma consultoria sobre a regulamentação do canabidiol na Anvisa. Questionado sobre uma mensagem de Camilo mencionando um pagamento de R$ 300 mil ao “filho do rapaz”, o advogado negou que fosse uma referência a Lulinha.

Salles sugeriu que a expressão poderia ser um erro de digitação ou uma referência ao pai de Roberta, sócio na empresa da família. “O valor de R$ 300 mil está dentro do mercado bilionário farmacêutico. O serviço foi prestado e está materializado na alteração de normas da Anvisa. Nenhum real foi transferido para o Fábio”, afirmou o advogado, destacando que a herdeira trabalha com relações institucionais há anos.

A defesa também comentou a viagem de Lulinha a Portugal, com custos pagos pelo Careca do INSS, para visitar uma fábrica de cannabis medicinal. Salles confirmou a viagem, mas negou que houvesse lobby. Segundo ele, Lulinha conheceu o Careca por meio de Roberta e a viagem foi uma “prospecção de negócios”. Enquanto Roberta cuidava da parte regulatória no Brasil, Camilo buscava entender o mercado internacional, e Lulinha o acompanhou como amigo.

Sobre o uso de termos como “nosso amigo” em vez do nome direto de Fábio, o advogado negou que pudesse ser uma mensagem cifrada, afirmando que Roberta cita o nome de Fábio abertamente em outras mensagens e que o termo surgiu naturalmente pela intimidade entre eles no momento da preocupação.

A PF suspeita que o grupo do Careca do INSS buscava abrir portas no Ministério da Saúde para vender produtos de canabidiol. Os investigadores cruzaram os pagamentos a Roberta com as movimentações de Lulinha e agendas oficiais no governo. A defesa de Fábio Luís nega irregularidades e afirma que ele está à disposição para abrir sigilos.

TAGGED:Antônio CamiloAnvisaBruno SallescanabidiolFábio Luís Lula da SilvaLulinhaPolícia FederalPolíticaRoberta Luchsinger
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Belém recebe agenda cultural diversificada neste fim de semana
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?