O aposentado Pedro Vilchez, de 87 anos, desapareceu no dia 18 de janeiro ao sair de casa para comprar um refrigerante para o almoço da família no bairro Alto Alegre, em Rio Branco, Acre. Desde então, sua família vive momentos de angústia e incerteza em busca de informações sobre seu paradeiro.
A neta de Pedro, Tauane Vilchez, relatou que a família fez buscas por conta própria, distribuindo cartazes e investigando pistas. A última imagem do idoso foi capturada por uma câmera de segurança em um estabelecimento no Ramal do Mutum. “Fizemos buscas por quase um mês inteiro pela cidade. Quando recebíamos pistas, íamos até o local. Nós também fizemos buscas de uma semana no Ramal do Mutum, atrás dele e nada”, detalhou.
Pedro Vilchez, que possui problemas cardíacos e de audição, estava em Rio Branco há mais de quatro meses para tratamento de saúde, embora tenha morado na capital anteriormente e conhecesse a região. A polícia acredita que ele pode ter se perdido e não soube como retornar para casa.
As buscas iniciadas pelo Corpo de Bombeiros no dia 20 de janeiro se concentraram nos ramais do Mutum e Plácido, onde Pedro foi visto pela última vez. O major Ocimar Farias, do Corpo de Bombeiros, informou que foram utilizados cães farejadores e um veículo aéreo não tripulado (Vant) nas operações. Contudo, as buscas foram suspensas sem novas pistas.
Tauane também mencionou que não há informações recentes sobre o avô e que as dicas recebidas pela família não se confirmaram. “Recebíamos ligações de pessoas que viam idosos parecidos com ele. Uma angústia”, disse.
Após as buscas iniciais, o caso mobilizou as forças de segurança, mas até o momento não há indícios de crime. O delegado Pedro Paulo Buzolin, coordenador do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), afirmou que todos os relatos de avistamentos de Vilchez não se confirmaram.
A família pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Pedro seja comunicada à Polícia Civil (190), ao Corpo de Bombeiros (193) ou diretamente a eles.


