Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Tenente-coronel é preso em operação por suspeita de feminicídio em SP
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Segurança

Tenente-coronel é preso em operação por suspeita de feminicídio em SP

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 17:17
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Na manhã desta quarta-feira (18), o tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto, foi preso em um apartamento em São José dos Campos, interior de São Paulo. Ele é suspeito de feminicídio e fraude processual pela morte de sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana.

A operação policial durou menos de 30 minutos e foi realizada por equipes civis e militares. Os policiais entraram no bloco pouco após as 8h e o oficial não resistiu à prisão. No local, uma mensagem na porta dizia: “visitante seja bem-vindo, mas não faça movimentos bruscos”.

Após a prisão, o tenente-coronel foi escoltado e levado em uma viatura, sem algemas, sentado entre dois policiais. O cumprimento do mandado de prisão, decretado pela Justiça Militar, ocorreu sem incidentes, exceto por uma colisão entre dois carros da polícia na saída do condomínio.

Geraldo foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo, na tarde do mesmo dia. Ele responderá pelos crimes de feminicídio e fraude processual.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O corpo de Gisele foi encontrado em 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal morava em São Paulo. Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio, versão apresentada pelo próprio tenente-coronel. Contudo, investigações posteriores, incluindo laudos e depoimentos, mudaram essa perspectiva.

A família de Gisele afirmou que ela pretendia terminar o relacionamento e vivia uma relação abusiva. Mensagens enviadas a uma amiga revelaram seu temor: “tem que controlar ciúmes dele”, “qualquer hora me mata” e “fica cego”.

Na terça-feira (17), o tenente-coronel recebeu a visita de um homem no prédio onde reside. A visita foi após o pedido de prisão feito pela polícia à Justiça. O visitante, que tem ligação com uma igreja evangélica, não se manifestou à imprensa.

A defesa do tenente-coronel ainda sustenta a versão de suicídio, enquanto o advogado da família de Gisele afirma que a morte foi um feminicídio. Gisele Alves Santana era policial militar e deixa uma filha de sete anos.

TAGGED:Apartamento no Jardim AugustaFeminicídioGeraldo Leite Rosa NetoGisele Alves SantanaJustiçaPolíciaPolícia MilitarSão José dos CamposSão Paulo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Plantio de trigo na Argentina acelera ritmo de cultivo
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?