A cerimônia do Oscar, realizada no domingo, 15 de março de 2026, trouxe à tona novas discussões sobre o vestido usado pela atriz Alice Carvalho.
A grife responsável pelo figurino fez um post nas redes sociais explicando o processo criativo por trás da peça, o que reacendeu o debate crítico sobre a escolha do figurino. Segundo a marca, ‘A construção do vestido é de alfaiataria com estruturas e acabamentos de alfaiate na parte superior e cauda sereia para a saia.’
O tecido do vestido é uma mistura de duas fibras cultivadas na Amazônia, a juta e a malva amazônica. Essas fibras são cultivadas por diversas famílias nos estados do Amazonas e Pará, sem uso de agrotóxicos e pesticidas, utilizando irrigação natural dos rios e igarapés da região. O processo é descrito como sustentável e 100% orgânico, com a tecelagem realizada pela @somoscastanhal na cidade de Castanhal, no estado do Pará.
Além disso, o broche Abya Yala, utilizado no vestido, faz referência ao nome dado ao continente americano pelo povo Kuna, originário do Panamá, que significa ‘terra que floresce’, ‘terra viva’ ou ‘terra madura’.
No entanto, o caimento do vestido não se ajustou à altura da atriz, resultando em uma aparência desfavorável nas fotos e dificultando sua circulação pelo tapete vermelho. Os comentários negativos sobre a peça continuam a surgir nas postagens da grife.


