O pedido de afastamento do delegado Ulisses Gabriel da função de delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina foi arquivado. A decisão ocorreu após a Polícia Civil afirmar que não houve comprovação de irregularidades na conduta do caso do Cão Orelha.
No dia 13 de março, o MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) abriu um inquérito para investigar se Ulisses Gabriel cometeu abuso de autoridade, vazamento de informações sigilosas e improbidade administrativa.
A representação da denúncia chegou a tramitar na Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), onde a convocação do delegado foi aprovada na Comissão de Segurança. O delegado teria até duas semanas para apresentar sua defesa.
Entretanto, as denúncias não foram confirmadas, levando os parlamentares a concluir pelo arquivamento do caso. Com isso, o caso é considerado encerrado, sem sanção ou consequência administrativa.
““Com o arquivamento, o caso é considerado encerrado, sem qualquer sanção ou consequência administrativa. O desfecho reforça a ausência de provas nas acusações e consolida o entendimento de que não houve conduta irregular atribuída ao delegado, encerrando o episódio sem qualquer responsabilização.””
Desde o início da investigação, Ulisses Gabriel afirmou estar “absolutamente tranquilo” e confiante na apuração dos fatos. Ele declarou que o inquérito teria sido solicitado por motivação política.

