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Educação

Evasão em universidades privadas atinge 60% na região de Campinas, aponta estudo

Amanda Rocha
Última atualização: 21 de março de 2026 20:08
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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A região de Campinas (SP) registrou uma taxa de evasão de 60% em universidades particulares, conforme o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2026, elaborado pelo Instituto Semesp e divulgado nesta semana.

O levantamento, que utiliza dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), analisa o cenário de 2024. A evasão se refere à saída do estudante do curso de graduação antes da conclusão, sem a obtenção do diploma, e pode ocorrer por abandono ou desistência formal.

Além da alta taxa de evasão, o estudo revelou que a permanência dos alunos foi de 9,9%, enquanto a taxa de conclusão foi de 30% no período. Nas universidades públicas, a desistência foi de 42,8%, com taxa de permanência de 27,5% e conclusão próxima de 29%.

Os índices na região, que abrange 90 municípios do interior de São Paulo, superam a média nacional, que é de 26,6% para faculdades particulares e 21,4% para instituições públicas.

Os dados indicam que a escolha do curso superior nem sempre é definitiva para os estudantes. João Ribeiro, por exemplo, começou a faculdade de jornalismo, mas desistiu devido às dificuldades com as matérias e à rotina desgastante. Ele trabalhava durante o dia e se deslocava para Campinas à noite, o que o levou a concluir que o curso não era adequado para ele.

Thiago Assis, que desistiu do curso de processos químicos em uma universidade pública, também relatou sua experiência. Ele atualmente estuda farmácia e deseja ingressar em uma universidade federal. “Não ia ficar fazendo uma coisa que eu não queria para a minha vida”, afirmou.

A docente sênior Ângela Soligo, da faculdade de educação da Unicamp, destacou que o alto valor das mensalidades pode ser um dos principais fatores para a alta taxa de desistência. Ela enfatizou a necessidade de políticas de permanência nas universidades, considerando as dificuldades que muitos estudantes enfrentam ao conciliar trabalho e estudo.

““Conciliar trabalho e estudo não é fácil”, disse Ângela Soligo. “Se nós queremos ter a população na sua diversidade nas universidades, precisamos pensar em equidade”.”

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