Falhas na região de Cascadia podem gerar o maior terremoto da história

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

A Zona de Subducção de Cascadia, que se estende por mais de 965 quilômetros do Canadá à Califórnia, apresenta variabilidades que podem influenciar a propagação de terremotos. As placas tectônicas Juan de Fuca e Norte-Americana, que se encontram nessa região, têm mostrado pouca atividade sísmica, sugerindo que estão travadas por atrito.

A coleta de dados sobre a atividade sísmica é desafiadora, pois a maior parte é realizada em terra firme, limitando a qualidade e o alcance dos resultados. A falta de terremotos na região dificulta a compreensão do comportamento e da estrutura das placas.

Um novo estudo da Universidade de Washington indica que as placas podem não estar completamente travadas. Com base em 13 anos de dados de movimento do solo, os pesquisadores descobriram que a porção norte da falha está inativa, enquanto a região central apresenta sinais de atividade.

Os pesquisadores identificaram indícios de um terremoto raso e de movimento lento, além de pulsos de fluido fluindo por canais subterrâneos, o que pode aliviar a pressão na falha. Essa descoberta pode ter implicações significativas para a previsão de terremotos na região.

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