Dr. Kalil discute cirurgia robótica no tratamento do câncer colorretal

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

No dia 28 de março de 2026, o Dr. Roberto Kalil conversou sobre o uso da cirurgia robótica no tratamento do câncer colorretal. A técnica tem se mostrado revolucionária, oferecendo uma abordagem precisa e menos invasiva para os pacientes.

A cirurgia robótica é uma evolução da laparoscopia, permitindo que os movimentos do cirurgião sejam transferidos para o robô, que possui capacidade de rotação de 360 graus e visão tridimensional. Sidney Klajner, cirurgião do aparelho digestivo e coloproctologista, destacou:

““Isso torna a parte oncológica muito precisa, que não perde em nada para a cirurgia aberta. Pelo contrário, confere ao paciente um trauma muito menor, incisões muito menores, e recuperação e volta às atividades normais de modo mais rápido.””

Sérgio Araújo, diretor da rede cirúrgica do Hospital Israelita Albert Einstein, acrescentou que a cirurgia minimamente invasiva é crucial para que os pacientes estejam prontos para tratamentos como quimioterapia e radioterapia. Ele afirmou:

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““A parte da cirurgia precisa ser minimamente invasiva para devolver rapidamente o paciente e para que ele esteja pronto para os tempos de quimioterapia e radioterapia, que exigem que ele esteja recuperado.””

A preservação da imunidade do paciente é outro benefício importante da cirurgia robótica, contribuindo para manter o sistema imunológico em melhores condições, o que é fundamental no combate ao câncer colorretal.

Além das inovações cirúrgicas, outras tecnologias também têm transformado o tratamento do câncer colorretal. Araújo mencionou a biópsia líquida como uma ferramenta essencial para o monitoramento da doença:

““É a pesquisa do DNA tumoral utilizando sondas específicas, quando o tumor não está presente pela tomografia ou pela ressonância.””

A biópsia líquida é especialmente útil para pacientes de alto risco ou aqueles que tiveram resposta completa a tratamentos anteriores, permitindo um acompanhamento rigoroso. A imunoterapia, que utiliza anticorpos para estimular o sistema imunológico do paciente a combater as células cancerígenas, também se destaca como um avanço significativo nas opções de tratamento disponíveis.

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