Grupo brasileiro LightWire brilha no America’s Got Talent

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

O grupo brasileiro LightWire ganhou destaque internacional após uma apresentação marcante no America’s Got Talent, um popular reality show de talentos dos Estados Unidos. Formado pelos irmãos Daniel e Felipe de Almeida, o coletivo recebeu o cobiçado Golden Buzzer do jurado Simon Cowell, que permite pular etapas e avançar diretamente para os shows ao vivo, durante a edição especial em comemoração aos 20 anos do programa, em 2025.

A trajetória do LightWire começou de maneira simples, no quintal de casa, onde os artistas experimentaram uma linguagem única que combina dança, luz e tecnologia. Com figurinos de LED, fibra óptica e projeções visuais, o grupo desenvolveu performances que transformam o corpo dos dançarinos em parte da narrativa.

Mais do que apenas entretenimento, o LightWire busca criar espetáculos que unem estética e reflexão, especialmente em relação a temas ambientais. A identidade visual autoral é um dos pilares que o diferencia na arte. Nos bastidores, a produção envolve um trabalho intenso, que abrange desde a criação de figurinos até a adaptação de coreografias e efeitos em tempo real.

Com a proposta de integrar luz, movimento e narrativa, o coletivo se estabelece como um dos nomes mais inovadores da cena artística atual. “Nosso melhor conteúdo de storytelling são as dificuldades que vivemos. As horas de ensaio, as correções e adaptações de última hora e a dedicação irrestrita da equipe para fazer o show acontecer”, afirmam os fundadores do grupo.

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No reality show norte-americano, a apresentação do LightWire provocou uma reação imediata tanto da plateia quanto dos jurados ao evocar a Amazônia, utilizando elementos visuais de selva e animais. O próprio Cowell se emocionou e pressionou o Golden Buzzer, garantindo uma vaga direta na fase ao vivo. “Esse foi um dos atos mais bonitos e deslumbrantes que já vi em todos os Got Talents”, declarou na ocasião.

Esse reconhecimento representou um salto significativo na visibilidade do grupo, que agora passa a simbolizar a força da arte tecnológica brasileira no cenário mundial.

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