Quadrilha rouba obras de Renoir, Matisse e Cézanne de museu na Itália

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Quatro homens encapuzados invadiram a Fundação Magnani Rocca, um dos museus privados mais importantes da Itália, e furtaram três obras de arte avaliadas em 9 milhões de euros, cerca de 54,3 milhões de reais, na cotação de 29 de março de 2026.

O assalto ocorreu na madrugada entre os dias 22 e 23 de março, mas foi noticiado pela imprensa italiana no dia 29. Entre os quadros roubados estão “Les Poissons” (“Os peixes”), de Pierre-Auguste Renoir, pintado em 1917 e avaliado em 6 milhões de euros, “Natureza-morta com cerejas”, de Paul Cézanne, de 1890, e “Odalisca na varanda”, de Henri Matisse, de 1922.

Os assaltantes estavam preparados para levar outras obras, mas foram surpreendidos pela equipe de segurança e conseguiram escapar pulando um dos muros do museu. Até o momento, eles não foram presos e suas identidades não foram reveladas. O crime durou cerca de três minutos, o que sugere que a quadrilha é especializada.

Este assalto se junta a uma série de crimes semelhantes. Em outubro de 2025, uma quadrilha roubou joias da coroa francesa no Museu do Louvre, em um assalto que durou apenas sete minutos. A polícia francesa prendeu quatro pessoas, identificadas pelo DNA deixado no local.

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Além disso, semanas após o roubo no Louvre, um crime semelhante ocorreu no Brasil, onde oito gravuras de Matisse e cinco de Portinari foram furtadas da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. Os assaltantes foram capturados por câmeras de segurança e posteriormente presos.

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