Enfermeiro do Samu viraliza com tour bem-humorado em ambulância

Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O enfermeiro Daniel França, de 29 anos, do Samu, ganhou destaque nas redes sociais na última semana ao compartilhar um vídeo mostrando os detalhes de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Ceres, Goiás.

No vídeo, Daniel participa de uma ‘trend da ambulância’, realizando um tour no veículo de Suporte Avançado (USA) de forma bem-humorada. Ele apresenta a utilidade dos principais equipamentos utilizados em atendimentos de emergência, começando com um desfibrilador. ‘Isso aqui dá choque no povo, se quiser levar’, diz ele em tom sério.

Além do desfibrilador, Daniel mostra um tubo para entubar pacientes e pergunta se alguém gostaria de testar. Ele também fala sobre os remédios e a maca onde os pacientes são atendidos. O vídeo gerou milhares de comentários, especialmente quando Daniel apresenta seu colega, o médico Matheus Hellu, que estava com ele no plantão. ‘Esse aqui é o médico da ambulância, se quiser conhecer’, brinca.

O médico Matheus foi quem incentivou Daniel a gravar o vídeo. ‘O médico está disponível para teste? Quer dizer, para levar?’, questiona uma seguidora. Outro comentário diz: ‘Quero conhecer o médico, mas não quero usar os serviços do Samu não’.

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Daniel, que atua como intensivista do Samu há quatro anos, sempre gostou de gravar vídeos. Ele explicou que se inspirou na trend da ‘má vontade’, onde as pessoas apresentam cenários de forma monótona, criando um contraste humorístico. ‘Mostrei a proposta ao Matheus, e ele gostou’, conta.

Natural de Santa Helena de Goiás, Daniel passou a maior parte da vida em Nova América e cursou enfermagem na Universidade Estadual de Goiás (UEG). Ele considera a enfermagem seu pilar de vida. ‘A enfermagem é uma profissão linda. Estar de perto, cuidando do outro, ajudando-o a melhorar, é gratificante demais’, afirma.

Daniel também destaca a importância de fazer brincadeiras para amenizar a rotina de um socorrista. ‘Faço sempre uma graça nos tempos de tensão da base para quebrar o clima. Isso ajuda muito também com os próprios pacientes, que na maioria das vezes estão apreensivos e com medo’, conclui.

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