Imagens de satélite revelam crateras em estradas onde EUA realizaram resgate militar

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Imagens de satélite divulgadas pela Airbus mostram dezenas de crateras ao longo das estradas na área onde o segundo piloto americano abatido foi resgatado no domingo (5).

As imagens revelam pelo menos 28 crateras em várias estradas na província central de Esfahan, a cerca de 20 quilômetros de uma pista de pouso remota. As forças americanas destruíram suas próprias aeronaves após estas terem sido danificadas.

As crateras, com cerca de 9 metros de largura, eram grandes o suficiente para comprometer a largura das vias, que aparentavam ter sido alvejadas com precisão deliberada.

Enquanto as forças de operações especiais americanas se dirigiam à encosta da montanha onde o oficial abatido estava escondido, aviões dos EUA realizaram ataques na área para impedir que as forças iranianas chegassem primeiro.

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O oficial de sistemas de armas, cujo F-15E Strike Eagle foi abatido em território iraniano, evitou ser capturado pelas forças iranianas por mais de um dia. Ele escalou um terreno acidentado até um cume a 2.100 metros acima do nível do mar, equipado apenas com uma pistola, um dispositivo de comunicação e um localizador de emergência.

Foi nas altas montanhas que uma equipe de comandos americanos, acompanhada por aeronaves que lançavam bombas para limpar a área, invadiu o local para localizar o oficial, levando-o para um local seguro.

A operação envolveu centenas de militares e agentes de inteligência americanos, incluindo forças de operações especiais, como a Delta Force do Exército e o SEAL Team Six da Marinha. Agentes da CIA também participaram, montando uma campanha de desinformação para despistar possíveis captores iranianos.

As operações especiais americanas utilizaram aeronaves danificadas para explodir em solo iraniano durante a missão.

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