Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Justiça aumenta pena para 22 anos de homem que estrangulou companheira em Itapeva
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Justiça aumenta pena para 22 anos de homem que estrangulou companheira em Itapeva

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de abril de 2026 14:49
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Justiça de São Paulo aumentou para 22 anos de prisão a pena de Marcelo Juiz da Costa Silva, condenado por assassinar sua companheira, Elizete Silva de Lara, em Itapeva (SP). O crime ocorreu em 2024 e a decisão foi divulgada na segunda-feira (6).

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que a alteração na sentença foi feita após um pedido do Ministério Público de São Paulo (MPSP). Inicialmente, em agosto de 2025, Marcelo havia sido condenado a 17 anos e seis meses de prisão.

A defesa do réu recorreu da condenação, argumentando que as qualificadoras de motivo torpe e feminicídio eram subjetivas. Contudo, o recurso foi negado.

O processo revela que Marcelo matou Elizete por ciúmes, imobilizando-a e estrangulando-a até a morte. Após o crime, ele enrolou o corpo da mulher em um cobertor, deixou no local e fugiu. Ele se entregou às autoridades três dias depois do crime.

- Publicidade -

O relator do caso, Hugo Maranzano, ao julgar o recurso, afirmou que a qualificadora de feminicídio é aplicável, uma vez que Elizete foi morta por ser mulher. Quanto ao motivo torpe, o magistrado destacou que a vítima foi assassinada por vingança.

Marcelo foi preso inicialmente em outubro de 2024 e, durante o processo, foi transferido de unidade prisional pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP). Atualmente, ele cumpre pena em regime fechado.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Preço do gás de cozinha sobe em São José do Rio Preto e afeta orçamento familiar
Próximo notícia sitemap.xml
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?