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Economia

Economista sugere medidas para enfrentar o endividamento das famílias

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de abril de 2026 17:26
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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No dia 7 de abril de 2026, o programa Mercado discutiu o alto endividamento das famílias brasileiras, tema que está sendo analisado pelo governo. O professor Lauro Gonzalez, da Fundação Getulio Vargas, apontou que o crescimento do crédito rápido por meio digital é um dos fatores que contribuem para o aumento das dívidas.

Gonzalez afirmou que o avanço do crédito não é necessariamente benéfico quando está associado a condições pouco transparentes e juros elevados, resultando em um uso mais arriscado dessas linhas de crédito. Ele destacou que a digitalização acelerou esse processo, com a chegada de fintechs e bancos digitais, tornando a oferta de crédito mais rápida e acessível, mas também mais agressiva.

O professor considera que esse novo ecossistema ampliou o alcance das instituições financeiras, mas também expôs as famílias a propostas que, à primeira vista, parecem simples, mas que acarretam custos elevados a longo prazo. Ele mencionou o PIX como um marco de inclusão financeira, mas alertou para seus efeitos colaterais, pois, ao incluir mais pessoas no sistema bancário, também ampliou o público para a oferta de crédito.

Além disso, fatores estruturais como juros elevados e a falta de educação financeira tornam os consumidores mais vulneráveis ao endividamento. Gonzalez criticou produtos como cartão de crédito consignado e cartão benefício, classificando-os como “extremamente predatórios”, pois não deixam claro o custo real para o consumidor e comprometem a renda por longos períodos.

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O economista sugeriu que deveria haver um debate sobre a descontinuidade desses produtos, mantendo apenas o consignado tradicional. Entre as medidas propostas, ele defendeu uma maior atuação do Banco Central do Brasil na regulação do crédito consignado e a criação de limites de comprometimento de renda para créditos sem garantia, semelhante ao que ocorre no crédito imobiliário.

““Seria interessante o Banco Central passar a ser responsável pela regulação do crédito consignado… e estabelecer um limite máximo de comprometimento de renda”, afirmou Gonzalez.”

Por fim, o professor alertou para a relação crescente entre o endividamento e as apostas online, enfatizando que esse problema vai além da economia e afeta a saúde pública.

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