Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Israel intensifica ataques ao Hezbollah e busca criar ‘zona-tampão’ no Líbano
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Internacional

Israel intensifica ataques ao Hezbollah e busca criar ‘zona-tampão’ no Líbano

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 06:06
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

Israel tem realizado intensos ataques aéreos contra posições do Hezbollah no Líbano, avançando por terra em parte do território libanês. Na capital, Beirute, bombardeios israelenses atingiram áreas residenciais, resultando em mais de 200 mortos.

A ofensiva, que ocorre paralelamente à guerra no Irã, foi deflagrada após o Hezbollah disparar mísseis contra Israel em apoio ao Irã, no início de março. Essa escalada marcou o fim de um frágil cessar-fogo que estava em vigor desde novembro de 2024.

Do ponto de vista da liderança israelense, Tel Aviv não está apenas reagindo aos ataques, mas perseguindo objetivos estratégicos, como enfraquecer o Hezbollah e estabilizar a fronteira norte, além de conter a influência iraniana na região. Contudo, a expansão das operações israelenses e a expulsão de centenas de milhares de pessoas geram temores de uma nova ocupação de longo prazo do sul do Líbano.

O Hezbollah é considerado uma das maiores ameaças militares a Israel. Fontes de segurança afirmam que o grupo pode atingir praticamente todo o território israelense com seu arsenal. O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Eyal Zamir, declarou que Israel não encerrará a guerra enquanto a ameaça do Hezbollah não for eliminada.

- Publicidade -

““Essa é, de modo geral, a nova orientação estratégico-militar de Israel, que se desenvolveu após o 7 de outubro”, afirmou o cientista político Peter Lintl.”

Lintl também observa que a eliminação total do Hezbollah é improvável, uma vez que o grupo é parte da estrutura social libanesa. Assim, Israel pode tentar estabelecer uma zona de segurança no sul do Líbano.

Outro objetivo de Israel é estabilizar a situação de segurança no norte do país. Desde os ataques do Hamas em outubro de 2023, muitas localidades próximas à fronteira libanesa foram evacuadas, e dezenas de milhares de pessoas deixaram suas casas. O governo israelense busca o retorno seguro dos moradores do norte.

Israel considera o Hezbollah parte de uma aliança regional sob a liderança do Irã, que inclui grupos pró-Irã no Iraque e na Síria. O chefe do Estado-Maior israelense afirmou que Israel pretende eliminar a ameaça do “eixo xiita” liderado pelo Irã.

No final de março, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, anunciou planos para criar uma “zona-tampão defensiva” que se estenderá da fronteira até o rio Litani, com demolições em larga escala na região. Katz afirmou que as Forças Armadas de Israel se estabelecerão em uma zona de segurança dentro do Líbano.

- Publicidade -

““Ao final da operação, manteremos o controle de segurança sobre toda a área até o rio Litani”, disse Katz.”

O ministro não especificou um prazo, mas afirmou que as casas na faixa do sul do Líbano perto da fronteira com Israel serão demolidas. Os cerca de 600 mil civis libaneses que viviam ali não poderão retornar até que a segurança dos residentes do norte de Israel esteja garantida.

A remoção de civis do sul do Líbano afeta especialmente os xiitas, que são a base de apoio do Hezbollah. A zona-tampão representa a ocupação de quase 10% do território libanês. O Hezbollah já avisou que resistirá a esses planos.

Israel acusa o governo libanês de não desarmar o Hezbollah, embora uma confrontação direta possa levar o país à guerra civil. A ocupação do sul do Líbano não é nova; ocorreu de 1982 a 2000, quando foi encerrada pelo então primeiro-ministro Ehud Barak.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior indigenas-marcham-brasilia-reivindicam-direitos-protecao-ambiental
Próximo notícia sitemap.xml
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?