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Cultura

Território Wayamu, em Oriximiná, ganha Museu Vivo Indígena

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 07:30
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
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Povos do território Wayamu, na bacia do Rio Trombetas, em Oriximiná, celebram a fundação do Museu Vivo Indígena, um espaço de memória no Campus Oriximiná da Universidade Federal do Oeste do Pará (Cori/Ufopa).

A fundação oficial do museu está marcada para o dia 27 de abril, no campus da Ufopa em Oriximiná. O evento contará com uma assembleia que reunirá indígenas de diversas aldeias e moradores do município. Após a assembleia, haverá uma programação cultural com apresentações artísticas, com a presença de lideranças e representantes da universidade.

O projeto busca articular conhecimentos do passado e do presente, reposicionando o que a ciência não indígena classifica como “objetos arqueológicos ou etnográficos” como sujeitos e lugares de memória viva.

A sede do museu é uma Uumana, casa grande tradicional do povo Wai Wai, construída por mestres da arquitetura indígena. A Uumana é vista como um corpo-casa, com arquitetura que remete à anatomia humana, incluindo elementos como o “umbigo” (ere mapatan), os “ossos” (kamru) e as “veias” (yipixkon).

A construção envolveu mais de 69 pessoas, em sua maioria indígenas, em um processo coletivo de saberes. Foram utilizados cerca de 110 jamaxins (awci) de folhas de ubim e outras espécies, como Mîîna, Karahtuku e Kuupa, coletadas em áreas preservadas.

O projeto também destaca o protagonismo feminino, com mulheres participando da construção da Uumana, incluindo a tecelagem da cobertura e a finalização do piso.

O Museu Vivo Indígena desafia o conceito eurocêntrico de museologia, onde objetos são guardados e intocáveis. Segundo os pesquisadores indígenas Roque e Xaman Wai Wai, os objetos ancestrais “dormem” em espaços distantes; no Museu Vivo, eles devem ser tocados, usados e sentidos.

Com gestão de base comunitária, o espaço de memória não separa público e equipe. O projeto é um ambiente onde sons, cheiros, pensamentos e tecnologias convivem com a realidade de diferentes etnias, como Wai Wai, Xerew, Hexkaryana, Katxuyana, entre outras.

A implantação do museu ocorre com fomento da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), Fadesp, Governo do Pará e Governo Federal.

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