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Justiça

Cadela atropelada em Ponta Grossa: prefeitura e empresa de coleta condenadas a indenizar tutoras

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 10:20
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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A cadela Aghata, que foi atropelada e jogada em um compactador de lixo em Ponta Grossa, Paraná, resultou na condenação da Prefeitura Municipal e da Ponta Grossa Ambiental (PGA) a indenizar suas tutoras. A decisão foi proferida pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) no dia 8 de abril de 2026.

O incidente ocorreu em maio de 2025 e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens mostram Aghata andando pela rua, se aproximando de sacos de lixo e sendo atropelada por um caminhão de coleta que estava estacionado para o recolhimento do material. Após o atropelamento, um coletor percebeu o corpo da cadela no chão, segurou-o pelas patas e o arremessou na parte traseira do caminhão.

As tutoras da cadela, que fazia parte da família há cinco anos, solicitaram indenização por danos morais à empresa de coleta e à prefeitura, que é responsável pelo serviço. Ambas foram condenadas a pagar R$ 18 mil a cada uma das tutoras. A Justiça considerou o sofrimento causado pela situação e a responsabilidade pelo ocorrido.

“”O dano moral é evidente e grave, pois além da conduta descrita, a cadela Aghata integrava o núcleo familiar das autoras. A brutalidade do evento, sendo a morte violenta seguida de descarte degradante, ultrapassa em muito o mero dissabor, caracterizando violação ao direito ao luto, à dignidade e à esfera psíquica das autoras, tratando‑se de dano moral puro”, afirmou o juiz Renan Skakun.”

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A prefeitura anunciou que irá recorrer da decisão, enquanto a PGA Ambiental declarou que ainda não foi intimada sobre o caso.

O Ministério Público, após indiciar os coletores por maus-tratos, entendeu que não houve dolo na situação, resultando no arquivamento do processo na esfera criminal.

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